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#39


Deixei crescer a franja porque sim e pintei o cabelo porque não gostava de me ver com brancas. Já foi em dezembro, não me interessa o que os outros pensam, não quero disfarçar a idade, nem tenho tanta idade assim, quis pintar e pintei, pronto. 

Hoje faço 39, ofereci-me umas sandálias cor-de-rosa porque me apaixonei e ando um bocadinho irritada com o cabelo estupidamente giro da miúda da fotografia (Dakota Johnson), apenas porque gostava que o meu ficasse com este ar sem lhe passar uma escova. Era levantar-me da cama e tê-lo assim, direitinho e elegante com uma pitadinha de rebeldia que não chega a ser desordenada, isso é que era bom.

Tudo isto parece fútil, e é, mas a verdade é que só me preocupa na medida certa, ou seja, muito pouco. Faço 39 anos e, há dez, já tu me tinhas visto bem mais longe do que eu me via a mim própria. Obrigada por isso. E por mais um milhão de coisas.


As sandálias cor-de-rosa



São tão confortáveis que, às vezes, dou por mim a olhar para os pés para ter a certeza de que não saí de casa descalça. As tiras cor-de-rosa (também há branco e preto, no site da Camper) são tão suaves que quase não se sentem. A tira que aperta a sandália, atrás, é em velcro, que não é dos meus materiais preferidos. Mas o formato da sandália, o conforto e a combinação maravilha do rosa perfeito com o verde-água e o laranja da 'almofada' que serve de apoio ao tornozelo conquistaram-me. A mim, a senhora joga-pelo-seguro-é-melhor-comprar-branco-porque-dá-com-tudo. 

Há muito tempo que um par de calçado não me seduzia assim. Precisava de umas sandálias brancas, gostei deste modelo, mas depois de ter visto as cor-de-rosa nos pés da Joana Barrios fiquei a achar que aquelas é que eram mesmo lindas. Quando experimentei umas e outras, não tive dúvidas: as brancas são bonitas,. são igualmente confortáveis, mas não são lindas de morrer.

As rosa sim, ainda que não fiquem bem com tudo, que não tenha praticamente nada na mesma cor e que já me tenham feito experimentar praticamente todas as peças de vestuário para saber o que combina e o que nem pensar. Podem não ficar bem com tudo, mas com aquilo que combinam são perfeitas. 






Saldos


Os "meus" saldos da Zara - ainda é possível consultar online mas já só está à venda em loja física.

As ondas imperfeitas, a tirania da moda e o trabalho escondido

Inicialmente, gostei da ideia. Até tenho o cabelo naturalmente ondulado, de certeza que não seria muito difícil conseguir aquelas "ondas imperfeitas" que aparecem em todo o lado. Quando isto me ocorreu, ainda não tinha constatado que elas estão em todo o lado. Mas, como me interessei pela ideia, pesquisei um pouco e, desde então, estão sempre a aparecer-me à frente. E é aqui que a moda não combina comigo: quanto mais uma coisa está "em todo o lado", menos vontade tenho de a ter. Os blusões de cabedal, por exemplo: foram uma "tendência" da estação outono/inverno e continuam em "força", mas apesar de gostar do "look", perdi qualquer vontade que podia ter de ter um, porque comecei a cruzar-me com eles "em todo o lado". Não gosto destas febres, parece que andamos todos vestidos da mesma maneira. 

Voltando às ondas, descobri que as tais "ondas imperfeitas" são tudo menos naturais. Mostrei uma série de exemplos ao meu cabeleireiro e ele garantiu-me que era tudo conseguido à custa de ferros de modelar. Fiquei cética e tentei deixar as ondas do meu cabelo ganhar vida, primeiro com um creme de modelar, depois com um gel. Não resultou. Os meus caracóis, naturais, não ficam com um aspeto de "ondas imperfeitas". Experimentei até um ferro de modelar caracóis e... nos vídeos/tutoriais parece tudo muito simples, mas fazer aquilo a mim própria não resulta. Já nem quero saber se fica bem se for outra pessoa a fazer, porque a ideia inicial era que a coisa fosse fácil, rápida e "natural". 

E eis que concluo que uma coisa "natural" me está a dar demasiado trabalho, sem quaisquer resultados. E que, de repente, estou a ser comandada pela moda. Enquanto a moda parecia inalcançável, não me chateava. Saltos muito altos, roupas muito apertadas, cabelos longos, push-ups... nada disso me apetecia. Os looks 'naturais' sim. Contudo, esta ideia, que está na moda, de que as pessoas ficam bem como um ar "natural" é absolutamente castradora. Os looks "sem esforço" que vemos nas revistas, nos sites ou nas passadeiras vermelhas são tudo menos naturais, por mais naturais que possam parecer. Tentar imitá-los apenas nos faz sentir mais impotentes do que nunca. Mas só até conseguirmos perceber que nós. sem maquilhagem e sem cabelos estilizados, somos exatamente iguais a elas. Porque o ar "natural" delas tem muito trabalho escondido. 

Segredos de umas calças de ganga

 
 
Gostava de revelar todos os segredos de todos os atuais modelos de calças de ganga, mas se é isso que pretendem, podem parar de ler - todos os modelos é demasiada areia para a camioneta de qualquer um. O que eu queria eram umas calças de ganga normais, mas desconfio que isso já nem existe, ou que já nem sei bem o que isso é. Confesso que só procurei na Zara. E que, apesar de ter experimentado mesmo muita coisa, o mais certo é não ter testado tudo. 

Portanto, o que eu pretendia eram umas calças de ganga azul escura, sem rasgões, direitas e que não fossem demasiado compridas

Comecei por eliminar, logo à partida, os modelos à boca de sino. Primeiro problema: queria umas calças direitas, básicas, não queria skinny. Como diferenciar umas das outras? Deve haver uma maneira mas, à vista, as diferenças são ténues. Por isso, levei para o vestiário quase tudo o que tinha pernas direitas azuis escuras. 

Fiquei indecisa entre dois modelos: o embrace (terceira foto) e o essential fit (segunda foto; as da primeira foto chamam-se apenas 'calças de ganga', também custam 19,95 euros e não consigo perceber o que têm de diferente).

Foi aqui que a realidade levou a melhor sobre a ideia inicial de não comprar umas skinny. As tais 'embrace' pareciam ser skinny, mas eram mais curtas e mais justas no tornozelo, como eu queria - sobretudo para poder usá-las por dentro de botins. Para dizer a verdade, também eram as mais adequadas para as botas pelo joelho ou galochas. E não ficam mal com sapatos ou sapatilhas. 

Não vou levá-las só porque meti na cabeça que não quero umas 'skinny'? Estive quase, mesmo quase. Estive para vir embora sem nada, tal era a indecisão. Acabei por comprá-las, aconselhada por uma funcionária, por ter a possibilidade de as devolver depois de experimentar em casa e tirar as cismas. 

Acabei por não pensar muito. Na verdade, fiquei fã do modelo 'embrace'. Não pelo que é suposto o raio do modelo significar, mas pela forma como me sinto com ele. É como se as calças "abraçassem" o corpo, sem o apertar e sem alargarem, ao mesmo tempo que não preciso de dobrar ou fazer a bainha para ter um comprimento aceitável para a minha altura. 


Vestidos de papel


Vestidos de papel/paper dresses - just extraordinary! Mais da designer Asya Kozina para ler aqui.

O cabelo cresceu. E agora?

















Deixei crescer o cabelo. Para lá dos ombros. Entretanto, cansei-me. É demasiado cabelo, só tenho vontade de o apanhar para não me atrapalhar. Assim sendo, mais vale cortar. Acho eu. De que serve ter um cabelo grande se só incomoda? Não estou é bem certa do que fazer com ele. Estou à procura de inspiração. Alguém tem sugestões? 




Os mil e um modelos de calças de ganga

CALÇAS BODYFRAME CINTURA SUBIDA

CALÇAS SKINNY CINTURA MÉDIA - zara 

Diz que as skinny jeans estão mesmo fora de moda, que esta estação diz adeus (ou até já) às calças mais coladas ao corpo que, nos últimos anos, andavam em todo o lado. Não fico contente nem triste com o "adeus" das skinny, mas devo registar que gosto do modelo. Foi com elas que, pela primeira vez, consegui usar botas altas por fora das calças. Foi um avanço e tanto nos meus pudores, por isso agradeço-lhes, às skinny, terem-me livrado desse complexo. Também fomos felizes de sapatilhas, sabrinas, botas pelo tornozelo ou sandálias. No fundo, as skinny jeans acabaram com o meu problema de combinar as calças com o calçado. As skinny ficam bem com qualquer coisa no pé. Os outros modelos nem por isso. 

Não tenho nada contra o fim ou o até daqui a nada, até porque não tenciono condicionar as minhas escolhas por quem dita o que está 'in' ou 'out', mas a diversidade de modelos de calças de ganga é algo que me irrita quase tanto como as infinitas variedades de iogurtes nas prateleiras de um hipermercado. Com as calças tem-me acontecido o mesmo do que com os iogurtes: são tantas as possibilidades que só me apetece fugir. 

Consigo perceber quais são as calças à boca de sino, as chino, as 'a direito', as fluídas e até as culottes. Mais do que isso já me baralha mesmo muito. Basta espreitar um site de compras online para dar de caras com a confusão e preferir enfiar-me num provador com vários pares e muitos minutos de despe e veste do que tentar assinalar as diferenças e mandar vir por correio. Alguém percebe a diferença entre calças "bodyframe" e "skinny"? Ou entre "selvedge", "body curve" ou "embrace"?

O meu estilo

Se, neste momento, tivesse de ilustrar o meu estilo, esta seria a fotografia que melhor o definiria. Pelo branco da saia Bimba e Lola, que ainda por cima é super quentinha e maleável e confortável, mas também pelo comprimento midi, que vem mesmo a calhar para poder usar sapatilhas durante o inverno (não tenho nada contra, mas sou friorenta, por isso recorri também a umas collants cardadas e quentinhas da Calzedonia).

Já tinha usado a mesma saia com uns botins pretos e sem o casaco de ganga, mas alguma coisa não batia certo. Não consegui a combinação que me pareceu perfeita por artes mágicas. Foi preciso ir-me vestindo, num processo de tentativa e erro até sentir aquele click, até achar "é isto!. Não consegui idealizar a combinação na minha cabeça, apenas a alcancei depois de várias tentativas "deixa-ver-com-esta-camisola-e-agora-com-aquelas-botas-não-é-isto-talvez-faltem-as-sapatilhas-assim-é-que-é-esta-sou-mesmo-eu.

Com a saia e as sapatilhas, vesti uma camisola branca de lã, um casaco de ganga da Zara e uma canadiana cinzenta escura com forro azul da Nümph, no mesmo tom das sapatilhas. Como estava mesmo frio, durante a manhã, e porque ando com a mania de que preciso de mais rosa claro na minha vida, usei uma gola nesse tom. 

Sapatilhas, casaco comprido e pés quentes

Estou completamente rendida a um dos 'looks' deste inverno: sapatilhas com um casaco comprido. Não sou a menina da Zara desta foto, não tenho um instagram husband ou um selfie stick, pelo que as imagens de mim própria com um casaco preto de inverno comprido mostram muito pouco. Ainda assim, dão para ver uma conjugação que sempre apreciei e que está muito 'in' nesta estação: casacos compridos com sapatilhas ou botas pelo tornozelo. Entre um e outro estilo, o das sapatilhas ainda é o que mais aprecio. Já gostava dele quando não era moda, porque eu sou uma 'rapariga sapatilha': não me consigo enfiar em roupa formal e adoro sapatilhas com tudo o que visto. Só não as uso mais porque sou extremamente friorenta. Não sei se este inverno (que, na verdade, ainda não chegou) está mais quente ou se o meu 'termoestato' finalmente está arranjado, mas este ano consegui misturar o casaco quente comprido com sapatilhas e adoro... O truque não é não usar meias (como me parecia que acontecia aqui), é usar collants térmicas (as minhas foram compradas no ano passado na Calzedonia). Para ser absolutamente sincera, ainda gosto mais do visual em que as meias são transparentes, mas dessas ainda não as conheço quentinhas... 


Nuuk: Um amor a sério


Tenho poucos amores como este, duradouros e sérios. Gosto de tudo o que a Nuuk faz, sou capaz de experimentar uma loja inteira, todas as peças são potencialmente atrativas e, quando as experimento, o resultado dificilmente me desilude. O difícil, depois, é a escolha. Talvez por isso já tenha acumulado umas seis peças da marca portuguesa da simpática Joana. Já não sei se estou a contar com os brincos que comprei hoje para o Pai Natal me dar (eu sei, ainda não tive tempo de falar contigo, mas ia informar-te mais logo). Não estou, isso sei, a contar com o colar que está nos meus planos desde agosto ou com o anel pelo qual hoje me apaixonei - este, depois de o ver na pop-up store PortoBrands, nas Galerias Lumiére, no Porto, onde, ainda por cima, há descontos de 30 a 40%. Descobri a Nuuk quando ainda se chamava Nikibi, no verão de 2014, quando me cruzei com este colar. E nunca mais me esqueci. Sim, é um caso sério.


In love..

Entretanto, adoro este look e este casaco, só nunca serei capaz de não usar meias ou de as usar transparentes com um casacão destes, que me parece mais apropriado para dias mais frios. Já quanto às sapatilhas... não digo que não, mas com meias opacas. 

Não compro, mas gosto de ver


















Depois do que escrevi ontem, acho que ficou clara a minha aversão às Black Friday e eventos sucedâneos para nos fazerem gastar dinheiro naquilo de que não precisamos, nem sequer gostamos ou fica longe de assentar super bem. O que não quer dizer que não goste de promoções. Gosto, mas acho que as devemos aproveitar para comprar aquilo que acabaríamos por comprar mesmo sem saldo, porque precisamos mesmo ou porque gostamos mesmo a sério (e porque temos dinheiro para isso). Entretanto, sem querer, cruzei-me hoje, sexta-feira negra, com estas botas da Five Plus One, à venda na Fresh Jealous... E concluí que até posso não comprar, mas dificilmente alguma vez vou deixar de apreciar.

Cozinhas feias e cabelos despenteados



Agora que deixei crescer o cabelo e cortei a franja, depois de anos e anos (décadas) a usá-lo bem curtinho, só me falta usá-lo mais despenteado, como a Mallu Magalhães. A frase veio-me à cabeça enquanto via este vídeo e confesso que, depois de me deparar com ela assim escrita, me parece bastante despropositada. Podia tê-la apagado, mas estou na fase do "sou capaz de fazer muito do que me apetece sem pensar no que os outros podem pensar".

Para o que aqui importa, o estar despenteada é o mesmo que livrar-me de todo o peso que ainda carrego nos ombros, apesar de, lá está, me sentir bastante Velha e Louca, como na música da Mallu e como a Dora do Locais Habituais

Este velha e louca é no melhor dos sentidos e o cabelo despenteado também. Ao ler a Dora (aqui e aqui), ao ver o vídeo, ao refletir sobre como me sinto muito melhor comigo perto dos 40 do que aos 20, constato que ainda me falta deixar o cabelo despenteado para uma liberdade maior (a plenitude só a devo conseguir lá para os 80, se lá chegar). Apete-me andar com o cabeço fora do sítio para este tranquilo sossego com que enfrento tanta coisa que antes me agoniava e me tirava noites de sono se transforme numa desarrumação despreocupada mais visível aos olhos de todos. Podia ser pior.

Talvez esta preocupação seja apenas o sinal de que ainda me preocupo um bocadinho, mas também isso não me interessa. Não quero ser a menina (senhora?) direitinha e perfeitinha e consigo não perder demasiado tempo com isso. Por agora basta. 

Entretanto, em dois dias fartei-me da Black Friday, essa sexta-feira "inventada" pelos americanos e importada por nós para aproveitar descontos. Ou para gastar dinheiro. As compras são como as cozinhas feias, como escreve a Dora:  "Boa parte daquilo que nos consome são problemas de primeiro mundo. Cozinhas feias, não ter roupa que nos satisfaça, estar cansada das mesmas botas, aborrecer-se no trabalho, esperar numa fila de trânsito, demorar no supermercado por causa da velhinha tagarela que nos antecede na caixa. Problemas de primeiro mundo não são problemas".

Para resumir: não preciso de gastar dinheiro para aproveitar uma promoção, porque a promoção não foi inventada para me fazer poupar, bem pelo contrário. A intenção é criar a ideia de que o melhor é aproveitar o desconto e deixar algum (ou muito) dinheiro da carteira na loja (multipliquem isso por milhares de pessoas e imaginam quanto é que as marcas não lucram), ainda que o armário lá de casa não tenha espaço para mais nada. Estou bem como estou. Enfrentar dias em que o armário cheio parece estar vazio ou sem nada interessante não é um problema. É uma falsa questão, como as cozinhas feias ou as casas desarrumadas. Ou até como os cabelos despenteados. É tão bom estar onde estou, para quê complicar? 

Brilho de Natal


























Eu até sou muito pouco "natalícia", acho que bastante por força da invasão de enfeites e sugestões de prendas que começam a chegar bem antes de dezembro e das filas (nomeadamente as de trânsito) associadas às compras de uma festa que é suposto ser bem menos consumista do que aquilo em que a tornamos.

Acontece que os brilhos estão na moda todo o ano, já não são coisa que se use só nas festas. Por outro lado, as compras online são uma boa forma de ultrapassar a época festiva sem perder tempo ou paciência. 

Não resisti, por isso, a partilhar um dos modelos da Xperimental Shoes criado para a ocasião (que, já se sabe, é quando uma mulher quiser): a Chloé, uma bota modelo Chelsea cheia de brilho que me disseram estar também disponível em azul. Existe também o modelo Matilde, um sapato mais "clássico". 

Os produtos de Natal da marca vão estar disponíveis aqui.

In love...

É mais uma das minhas paixões à primeira vista. Diz que se trata de uma das novidades da Zara na última semana. Eu tinha imaginado algo assim quando comecei a perceber que os blusões estavam em força nesta coleção. Tinha pensado, precisamente, em algo que não fosse pele ou imitação, porque tudo que se encaixa nesta classificação me dá arrepios, ao cruzar-se comigo na rua como se de uma epidemia se tratasse. Toda a gente de igual, ou quase, não interessa - têm todos (todas) o mesmo blusão de cabedal, seja ele verdadeiro ou falso, fique bem ou mal. Este é de tecido e tem aquele cinto original. Parece-me uma derivação interessante.  

Misturas

Não tenho a certeza de que o resultado resulte, mas hoje deu-me para misturar tudo. Ou estou vestida num clássido descontraído ou nada do que visto combina (ainda estou a tentar chegar a conclusões). Lenço clássico (um presente lindo, inspirada em azulejos, da coleção A Tale of Tiles, da Bainha de Copas and MariaMaria). T-shirt branca básica. Calças de ganga regular fit. Casaco de malha. Gabardine comprida. E sapatilhas.

Acho que gosto...


Acho que gosto destes. Ando viciada em azuis. São pancas. O mais normal é comprar pretos. Cinzas e azuis também - ficam bem com tudo. Depois tenho fases em que acho que preciso de rosas, vermelhos, amarelos e outras cores alegres para quebrar a monotonia dos pretos, dos cinzas e dos azuis. De vez em quando, apanho a febre dos azuis ou dos brancos. Neste momento estou na dos azuis. E, com isto, já escrevi não sei quantos carateres sem dizer nada. A minha esperança é um truque que estou a testar: quando gosto tanto de uma coisa que me apetece comprá-la, a vontade vai desaparecendo se insistentemente continuar a olhar para ela até me fartar.