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Experimentar até resultar


A marca não é nova e já tinha chamado a minha atenção. Mas basta acenarem-me com saltos rasos nuns sapatos bem desenhados para eu ficar de beicinho caído. E foi o que me aconteceu com as mais recentes coleções da Xperimental Shoes. A de outono/inverno (adoro estas botas) e a já concluída primavera/verão 2015, cheia de inspirações japonesas, de saltos rasos e desenhos que nos fazem ficar perdidas de amores. A mim, pelo menos. Olhem só para a fofura daquelas botinhas brancas. E os sapatos azuis? A sola também parece ser super confortável. 

A Xperimental Shoes nasceu em setembro de 2012 a partir da fusão de duas áreas complementares: a moda e a comunicação. Inicialmente, a marca apresentava-se como irreverente, de vanguarda, até desafiadora e chocante. Com o tempo transformou-se em algo mais urbano, coerente e global, mas sem perder a personalidade. Eu gosto mais desta versão. Fiquei fã.


Elegância e simplicidade em pele portuguesa





Chama-se APRIMITIVA e desenvolve artigos em pele genuína 100% portuguesa. A elegância, a simplicidade e a durabilidade são os vetores fundamentais da marca, que produz bolsas e capas artesanais para alguns produtos da marca Apple, nomeadamente, para Macbook Pro, iPad, iPad Mini e iPhone.

O trabalho meticuloso, com todos os pormenores e acabamentos a beneficiarem de um labor preciso e delicado é uma forma de cumprir os objetivos da marca. A juntar a isto, as linhas clássicas, inspiradas no design do século passado, tornam estas peças verdadeiramente distintas.

Mochilas-casaco de A Forest Design









Não é uma marca, é um projeto. Chama-se A Forest Design e Sara Lamúrias é a criativa de serviço. O objetivo é produzir peças únicas em edições pequenas e limitadas e as vendas já são feitas um pouco por todo o mundo, através da distribuição para lojas retalhistas ou a partir da internet.

Casacos que são mochilas (ou vice-versa) são um dos mais inovadores produtos do A Forest Design, que trabalha bastante com o burel, um material quente e resistente, perfeito para o inverno.

A intenção do projeto é comunicar ideias através da arte, do design e da moda, criando produtos e organizando eventos nestas áreas. A iniciativa aposta na colaboração com artistas ou empresas na conceção desses produtos e eventos. A Burel Factory é uma das fábricas com a qual Sara Lamúrias em uma parceria.




Botas verdes






O verde não é a cor delas, faz parte do nome inglês dado à marca portuguesa que já se internacionalizou e que não descura as preocupações ambientais. É a partir de Leiria que a Green Boots produz botas e sapatos manufaturados nos quais se utilizam, entre outras matérias-primas, a borracha reciclada dos pneus, trabalhada e transformada em solas.

Criada em 2012 com base no legado do mestre do calçado nacional José Rodrigues Serrazina, a marca optou por ter como ponto de partida as botas que começaram a ser manufaturadas 58 anos antes. Todos os modelos são feitos usando os processos tradicionais da fábrica original, transformando cada artigo feito à mão num trabalho personalizado.

Cada par de Green Boots demora cerca de quatro horas a fazer, sem pressas, com o conhecimento, tradição, qualidade, materiais e dedicação típicos de outros tempos. Podia dizer que as botas me interessam pela sua vertente ecológica e tradicional, mas olhando para elas o que vejo é conforto e calor, muito calorzinho para manter os pés quentinhos, que eu preciso de botas praticamente até me sentir capaz de andar de sandálias. 

Pickpocket: detalhes e personalização em carteiras e mochilas para os vários contextos urbanos




A missão da marca é criar objetos únicos, funcionais e duráveis, pelo que os produtos são concebidos, testados e feitos tendo em conta a diversidade dos contextos da vida urbana. Criada em 2012, em Aveiro, a Pickpocket produz linhas limitadas de acessórios feitos em pele e todas as peças são feitas à mão pelos mentores da empresa, André Rosário e Teodolinda Semedo. Cada objeto criado é autónomo e dirigido a clientes que apreciem os detalhes, a personalização, o rigor e a qualidade nos seus quotidianos.

A Pickpocket usa um couro específico que não tem continuidade na indústria, ao mesmo tempo que trabalha numa escala que permite a venda dos seus produtos sem excedentes, contribuindo para diminuir os excessos das grandes fábricas industriais.

Eu amei o modelo da primeira fotografia e tê-lo-ia trazido para casa quando me cruzei com ele no Urban Market que se realizou no sábado no Porto, se os preços não fossem tão proibitivos que até tive medo de lhes pegar. Talvez seja só mais uma carteira. Eu sei que a última que descobrimos parece sempre mais perfeita do que a anterior, mas gostei do modelo, dos detalhes, das cores, apreciei o material aparentemente leve, flexível, confortável (lá está, nem sequer tive coragem de as experimentar), resistente e durável. Percebo que tudo isto pesa no preço, sei que são peças feitas em pele, produzidas à mão e em escala limitada. Não duvido da qualidade. Mas o preço está ao alcance de poucos, e é pena, porque elas parecem valer mesmo a pena.

Cada Maria sua sentença




O projeto pretende divulgar o que é nacional, mas também a identidade regional de Portugal, mostrando ao mundo a força das tradições lusas. Chama-se Marias Portugal e, para já, traduz-se em duas Marias: a Maria de Ponte foi a primeira a nascer para mostrar a realidade de Ponte de Lima, terra natal da autora do conceito. 

Surgiu depois a Maria Guimarães, que surgiu com a Capital Europeia da Cultura e desvenda detalhes da terra onde nasceu Portugal. A intenção é que cada Maria conte histórias da sua região, dando a conhecer vários pedacinhos da identidade portuguesa, revelando o que de mais autêntico há no país.

Sapatos super-fofos






Eu, que nem gosto de saltos, fiquei apanhadinha pelos sapatos da primeira fotografia. Gostei das cores, da combinação entre elas, dos detalhes originais e super fofos. São obra do designer Pedro Alves e fazem parte de uma marca em reformulação que já está à venda na Ivo Maia Designers, um estúdio com um projeto de design próprio que também comercializa interessantes projetos nacionais de moda e design.

Lusa Mater: O que é nacional é bom





É uma plataforma de divulgação e comercialização de produtos portugueses para países da União Europeia, Noruega e Suíça, criada com o objetivo de valorizar a produção nacional. O projeto chama-se Lusa Mater e está disponível no site http://lusamater.pt. É lá que surgem todos os dias projetos nacionais novos a preços especiais, como a Cooler

A intenção é facilitar o acesso ao que de melhor se faz em Portugal. Para isso, os responsáveis da plataforma prometem vasculhar todos os cantos do país à procura de qualidade, tradição e originalidade, e estão abertos a sugestões. Dizem que só não vendem saudade.

(Foto: Cooler)

Os Papeludos e o sorriso do sr. António



















Foi a partir dos 65 anos que se pôs mais novo, mais sorridente, um verdadeiro artista. Nos olhos o brilho de um jovem, não de um reformado que renasceu artesão. São olhos que sorriem, como se transpirasse orgulho e em cada raio de sol, nevoeiro, brisa ou 'karaoke' minhoto encontrasse inspiração. Depois de uma visita a uma feira de artesanato onde a neta mais velha aprendeu a fazer um boneco de pasta de papel, ele também aprendeu a fazê-los. E nunca mais parou. Os cabeçudos, figuras típicas de Viana do Castelo e do Minho que lhe está no sangue foram o tiro de partida para António Costa iniciar as suas criações. Chamou-lhes Papeludos, porque são cabeçudos feitos em papel. 

Criou uma marca, uma identidade, incluiu na lista de bonecos jogadores de futebol, palhaços, Nossas Senhoras, Zés Povinhos, até Rucas e Noddys. Vai às feiras, tens não sei quantos cabeçudos espalhados pelas monstras de Viana durante as festas de Nossa Senhora da Agonia, anda por aí a espalhar o Minho e o sorriso.

Parece o projeto eco-sustentável de um jovem super em cima das tendências de hoje e de amanhã, que arregassou as mangas e se fez à vida. E no fundo é, mas este jovem tem sessenta e muitos e não parece nada, é dono de uma leveza e engenho invejáveis e um enorme exemplo do que pode ser reinventar-se, seja com que idade for porque ele é a prova de que isso não interessa nada.

Weekend Barber: é português e parece muito bom




























Já me tinha cruzado algures com os sapatos da primeira fotografia, mas registei na minha cabeça tratar-se de uma qualquer marca estrangeira, apenas acessível através de compras online em relação às quais continuo bastante hesitante. Os sapatos podem parecer uma aposta mais segura do que a roupa em matéria de compras à distância e até acredito que sejam para muita gente, mas não para mim, a senhora número 37 e meio, para alguns formatos dá o 37, para outros pode ser o 38, mas é preciso confirmar porque o armário lá de casa está cheio de calçado que não calço porque me aperta ou me sai dos pés.

Até que, ontem, descobri que não. Os sapatos são de uma marca portuguesa, a Weekend Barber, e para além de estarem à venda online também estão em lojas situadas em vários pontos do país. Claro que me perdi ainda mais de amores. Antes eram algo inacessível, agora não são. E isso é perigoso. Tanto que me proibi a mim mesma de ir espreitá-los à loja da esquina. Voltei a enamorar-me pelos primeiros e pelas sandálias de plataforma, eu que nunca passo dos saltos rasos. 

A marca apresenta-se como um atelier de experimentação que viveu em forma de sonho até 2012 "fechada em memórias e escondida atrás de grafismos". Com sede no Porto, afirma-se como "da cidade e com vista para o exterior". 

WHAT' S IN YOUR CLOSET # 12 Juliana Cerdeira (miaufroufrou.blogspot.pt)



Não há hesitações em frente ao armário, porque a seleção começa na hora de comprar. Juliana Cerdeira não é só a designer e proprietária da loja Miau Frou Frou, que se prepara para mudar de instalações, expandir a marca a vários pontos de venda e internacionalizá-la*. Ela é, também, a única mulher que conheço que não perde tempo a escolher o que vai vestir. Nada de indecisões a olhar para o guarda-roupa, nada de planeamentos, só pensa no que veste depois do banho. Nunca trocou uma peça de roupa. Parece simples: analisar muito bem tudo e mais alguma coisa no momento de comprar. Depois, diz ela, o resultado sai "naturalmente bem". É uma questão de técnica: "Ter peças certas no armário é meio caminho andado para não vestir errado". O estilo da Juliana é, evidentemente, Miau Frou Frou, mas há espaço para misturas com outras marcas. O importante, diz a designer, é ter a liberdade para sermos o que quisermos, e sermos cada vez mais a exteriorização de nós próprios. 

* A loja da rua Miguel Bombarda fecha portas e a Miau Frou Frou transfere-se este mês para um novo espaço, na zona da Foz. Acontece que, na nova localização, a Miau Frou Frou não vai funcionar como loja, mas como atelier para atendimento de encomendas privadas. Este serviço de criação personalizada correspondia já a 50 por cento do trabalho da marca em Miguel Bombarda. Mas há mais novidades: a intenção é continuar com a marca e com as suas coleções de pronto-a-vestir, colocando-as à venda noutras lojas, nacionais e internacionais.







1. Qual é o primeiro momento do dia em que pensas na roupa que vais vestir?
Normalmente acordo sempre com a sensação que já estou atrasada, mesmo não tendo horários a cumprir. Então vou direta para o duche e na altura de me vestir penso nisso.

2. Preocupas-te com isso ou vestes a primeira coisa que te aparecer à frente?
Já passo demasiado tempo a pensar em roupa profissionalmente para ter muita paciência para pensar nisso pessoalmente. Mas em geral não descuido muito. A minha preocupação com o que visto está  no momento em que vou comprar roupa - dessa forma, no dia-a-dia tudo sai naturalmente "bem". Ter peças certas no armário é meio caminho andado para não vestir "errado".

3. Qual a tua principal preocupação estética antes de sair de casa? Não sair maquilhada ou ter a certeza de que não te esqueceste de nenhuma peça de roupa fundamental?
Saio quase sempre maquilhada, tirando ao domingo que é o dia de folga da minha pele. Gosto de estar sempre bem, mas acima de tudo confortável. E a minha grande preocupação passa mais por evitar passar frio ou calor - tenho um termostato avariado.

4. Preocupas-te em aplicar cremes, maquilhar-te, pintar as unhas, arranjar o cabelo, etc?
Sim acho que me preocupo, mas dentro dos parâmetros (digo eu) normais. Uso produtos de farmácia ou da minha esteticista, a partir daí só trato de limpar e hidratar a pele. As unhas em geral andam pintadas e por mim, mas também lhes dou dois dias de descanso semanal. O cabelo neste momento tem liberdade para ser ele próprio, é lavar e andar.

5. Qual é o teu estilo?
É um estilo MIAU FROU FROU.

6. Como é o teu armário? Cheio, arrumado, desarrumado, caótico?
A rebentar pelas costuras mas arrumado, dentro do possível, pois está tudo apertadinho e com duas peças no mesmo cabide, o que não me agrada muito.

7. Quais as peças/artigos que tens em maior número? Sapatos, vestidos, camisolas?
Vestidos e sapatos (que rondam os 200, ups)



8. Como é que escolhes/compras a tua roupa?
Vejo tudo e só no fim compro, sem hesitar, porque já analisei tudo. Nunca troquei uma peça. Nos últimos anos, devido à minha marca, faço as peças que acabo por vestir. Mas também as misturo com outras marcas.

9. Encomendas roupa online?
Raras vezes comprei online, gosto de tocar nos tecidos, ver os acabamentos e sentir a peça. A não ser que já confie e conheça bem a marca.

10.Qual a tua loja preferida?
A MIAU FROU FROU

11. Qual a tua peça de roupa preferida? - neste momento e de toda a tua vida (algum artigo que tenhas amado perdidamente e que morreu de velho)
Não tenho uma de eleição.

12. Qual a pessoa (conhecida ou não) cujo visual "invejas"? Gostavas de ser como quem?
Nós temos liberdade para sermos como quisermos, logo o mais interessante é sermos cada vez mais a exteriorização de nós próprios. Aqui não cabe a inveja pelo visual de ninguém em particular mas a admiração pela autenticidade. Gosto de analisar moda de rua.

13. Já houve alguma altura da tua vida em que querias vestir-te como alguém? Quem?
Já passei por imensas fases desde miúda, não por enaltecer alguém (ainda bem, porque eu gostava do Axel Rose e do Peter Murphy) mas pelos estilos de vida que fui adotando.

14. Alguma vez saíste de casa sem sapatos, com uma meia de cada cor, com a camisola do avesso ou outro episódio semelhante? Qual?
Não, no máximo já saí de casa de pijama por baixo de um casaco e umas botas para ir levar o lixo.

15. Neste preciso momento tens 1000 euros na mão para gastar só em ti. O que fazes com esse dinheiro?
Comprava uma viagem à Índia, é um grande investimento na nossa beleza e riqueza interior.

Mimos da mimous, uma marca portuguesa cheia de coisas fofas








Os sapatos verdes acompanhavam o look de um vestido da Miau Frou Frou que me deixou perdida de amores. Hoje vi os sapatos mais de perto (já não os verdes) e também os achei uma fofura. E a carteira, aquela da fotografia, mas noutra cor (o tal verde, por exemplo) também me conquistaria.  Estou a falar das peças da Mimous, uma marca de malas e acessórios portuguesa, criada em 2010 pela designer Daniela Ramos. 

As peças têm um toque clássico, mas não são só isso, e é isso que me agrada. A intenção da etiqueta que tem por lema "Dar corda aos sentidos" é apelar aos sentidos e emoções da mulher sensível e irreverente. Pois, aqui estou eu, sensibilizada. A originalidade e elegância do design conjugam-se com a riqueza dos materiais utilizados, num trabalho onde não falta a componente artesanal, o que transforma cada peça em algo único e exclusivo - sem produções em massa, não se conseguem repetições. 

Vestidos de noiva pouco tradicionais, made in Portugal




Joana Montez e Patrícia de Melo formam a dupla de estilistas mais conceituada em design de vestidos de noiva made in Portugal e no J Winter Fashion Show 2013, realizado a 17 de janeiro a bordo de um paquete de luxo no Dubai, as designers viram o seu trabalho reconhecido pelo mercado do Médio Oriente: foram convidadas a estrear um espaço numa das lojas de alta-costura da cidade dos Emirados Árabes.

A oportunidade surgiu depois do desfile de 15 vestidos pouco tradicionais, com tecidos leves, como tule, organza, seda e musselina, marcados por sobreposições, transparências e bordados e a marca já está representada por uma das melhores lojas de alta costura do emirato, situada na Jumeira Road, onde se concentram as melhores lojas e ateliers do Dubai.

Joana Montez e Patrícia de Melo tiraram o curso de design de moda na Escola de Moda de Lisboa, completando a sua formação com a pós–graduação no Gabinete Promostyl, em Paris. Sediada em Cascais desde 1998, a dupla Joana Montez / Patrícia de Melo tem vindo a cimentar a sua atividade através de elevados padrões de criatividade e qualidade. O profissionalismo da equipa permite assegurar uma boa capacidade de resposta para um serviço com uma procura crescente na sociedade portuguesa e no estrangeiro.

A precisão no desenho do molde, peça importante na execução de um vestido à medida e a destreza no corte dos tecidos, são alguns dos pormenores técnicos que conquistam a confiança das clientes. A coleção de vestidos de noiva distingue-se por um corte distinto, mas alegre e moderno, longe do conceito tradicional do vestido de noiva. Esse é o fio condutor na criação dos modelos: a execução de vestidos de noiva que acompanhem as tendências da moda do momento.

Cada nova coleção tem o seu pré-lançamento pela Internet, através do website, em www.jm-pm.pt, e através da página do Facebook.

Com a leveza de um Beija Flor



 

 
Todas as peças são produzidas em silicone e, por isso, bastante leves. Usá-los é como sentir uma segunda pele, mas eles não passam despercebidos, seja com grandes decotes seja por cima da roupa. É daí que vem o nome da marca portuguesa: Beija-Flor Design®: um beija flor pesa entre duas a seis gramas, tanto quanto pesam as peças da designer Nicole Souto Vidal.

O silicone também é anti-alérgico e foi essa a resposta que a artista quis encontrar ao criar a coleção: pôr fim às limitações no uso de acessórios devido a alergias aos metais. O material também é lavável e resistente ao uso e manuseamento, e a marca diz mesmo que são à prova de bebé. 

Para já, existem três modelos de colares e todos me parecem super-interessantes (atenção que eu nem gosto de colares, mas a perspetiva de serem leves afigura-se bastante sedutora). Todos os modelos são originais, encontram-se em processo de registo de patente e apenas estão à venda no site da marca