Espaço Anthrop: divulgar autores portugueses a partir de Coimbra









Os trabalhos da artista plástica Susana Tavares, as jóias de Liliana Guerreiro e as pregadeiras New são alguns dos projetos a marcar presença no Projeto Antrop, um espaço de divulgação de autores portugueses situado em Coimbra.

Promover o diálogo entre as tecnologias e saberes tradicionais portugueses e as novas formas de produção de objectos é um dos objetivos do projeto criado em 2005 por dois designers (um gráfico e um cerâmico)

Nascido da reflexão acerca do tema design/identidade/globalização, é desenvolvido por artesãos, pequenas oficinas e designers, trabalhando em áreas multidisciplinares como a cerâmica, vidro, têxteis, madeiras, metais, entre outros.

Os projectos assentam na investigação e trabalho de campo, procurando nas funcionalidades, técnicas, motivos e materiais tradicionais, novas formas de utilização, gramáticas e normas adequadas a um uso actual.

Desobrigados da relação escala/rentabilidade económica, os objectos valorizam as ligações emocionais com o seu utilizador, pelos materiais e tecnologias empregues, pelas referências ao lugar e ao local, pela preocupação cultural, social e ambiental.

Sapatilhas Victoria: reinventar a tradição




A marca foi criada em 1915 em La Rioja, no norte de Espanha. Todos os espanhóis se lembram de ter usado sapatilhas Victoria a dada altura das suas vidas. Há uns anos, a marca ressurgiu com energia redobrada, trabalhando para conseguir os mesmos resultados no resto do mundo.

Depois de reinventar as sapatilhas básicas, a marca diversificou a oferta: criou modelos costumizáveis, convidou 12 designers internacionais a transmitirem às sapatilhas a sua visão da marca, apostou em botas para o inverno e agora surge com sabrinas e lonas para a próxima estação.

Estão à venda em algumas lojas online (como esta) e no Porto encontram-se na Lemon Pie.

Bensimon: casual e sem idade






Uma marca visionária que virou de pernas para o ar a moda tradional e os códigos do design, ao transformar equipamento militar excedente e roupas vintage em peças contemporâneas. Assim se apresenta a Bensimon, uma marca de moda e design francesa que durante muitos anos colaborou com grandes nomes do mercado americano (como a Banana Republic).

As coleções de moda da Bensimon não tem idade, são casuais e inspiradas no mundo. As sapatilhas são um must have: o mesmo modelo é repetido em cores e padrões diferentes, o difícil é mesmo escolher. As carteiras parecem práticas e funcionais (digo que parecem porque para mim nunca nenhuma carteira consegue ser perfeita e funcional - as carteiras são quase a minha segunda casa, sou muito exigente porque preciso de muito espaço para arrumar/desarrumar muita coisa lá dentro).

A marca apostou depois nos objetos decorativos para a casa, comprou uma livraria, começou a extender a sua influência ao design, ao design gráfico e à arquitetura e criou uma galeria de arte.

Os seus produtos estão à venda em várias lojas espalhadas por toda a França e na loja online da marca.

Olukai: da ilha para a cidade


Inspirada no estilo de vida havaiano, a marca Olukai (significa vida no oceano) oferece calçado confortável para usar em dias quentes junto à praia. Muitos chinelos (demasiados, para quem não gosta da opção, mesmo para ir à praia), mas também umas sandálias que me deixaram de queixo caído (admito que o azul petróleo foi determinante) e que usaria de bom grado na cidade: o modelo Hili.

Com uma sola anatómica, as sandálias e os sapatos Olukai sustentam o pé na sua posição natural para permitir um conforto prolongado, são resistentes à água e secam rapidamente.
A marca inspira-se no oceano e nas ilhas, desenhando os seus artigos para um estilo de vida relaxado num clima temperado, com o objetivo de criar uma melhor classe de produtos para quem vive junto à água. Também tem botas (bem giras, algumas) e sapatos para homem.

Estão à venda na loja online da marca e neste site, que faz entregas para Portugal.

Cores improváveis, novas harmonias e natureza no "Perdi o Fio à Meada"






 

A maioria das peças são feitas em croché e têm como principal fonte de inspiração a natureza. No projeto Perdi o Fio à Meada, Vera João Espinha usa a agulha como se fosse um lápis. Não há esboços. Quando a ideia surge, parte imediamente para a produção, até que o resultado final agrade.

A designer gráfica gosta de conjugar cores improváveis e procurar novas harmonias visuais de tons e formas. Não segue as tendências da moda, prefere perder mais tempo para ir ao encontro de uma peça intemporal.

O conceito do projeto baseia-se na produção manual de acessórios contemporâneos. A maioria dos modelos são feitos em croché, mas algumas coleções incluem diversos materiais e técnicas. O ponto de partida pode ser qualquer coisa: as cores de uma fotografia ou de uma pintura, uma viagem, os napperons da avó, uma conversa com outra pessoa ou os desenhos e construções da filha de 7 anos.

Vera João Espinha estudou Design Gráfico na Escola de Artes António Arroio e frequentou aulas de desenho e pintura na Sociedade Nacional de Belas Artes de Lisboa. Em 2005 ganhou uma menção honrosa num concurso nacional na área de joalharia contemporânea.

Made in Space: Para as mudanças de humor e de estilo


São portugueses, têm colaborações com a espanhola Skunkfunk e estão cada vez mais giros. Descobri a marca Made in Space há uns cinco anos, na Muuda. Fiquei fascinada com o fecho que junta a sola à parte superior do sapato e com a possibilidade fantástica de só ter de comprar novas partes de cima para ter muitos mais modelos. Continuo a ter apenas uns (é complicado: depois de o meu filho nascer, o meu pé cresceu, alargou, não sei, sei que tenho dúvidas de que o tamanho daquela sola seja o tamanho indicado para mim) mas gosto cada vez mais dos modelos que vão saindo da cabeça de Olímpio Martins.
A marca foi buscar 20 anos de experiência na área do calçado para oferecer uma visão completamente inovadora de caminhar. O sentimento de bem-estar e a total liberdade de escolha são as principais ideias base dos sapatos Made in Space. O objetivo é facilitar as constantes mudanças de disposição e estado de espírito, o processo contínuo de personalização das nossas vidas e a adaptação às mudanças do tempo.

Para além disso, os sapatos da Made in Space (que já têm loja online) foram feitos de forma a elimitar os efeitos nocivos da energia estática através de um sensor colocado no interior da sola para nos dar a sensação de levitação por cada passo que damos.

OUT OF MY BOX: Primavera

Cautelosa, acertei a hora nos despertadores (sim, preciso de dois) ontem antes de me deitar. Eu sei que é fim-de-semana, mas tinha de estar no trabalho às 9h, não podia arriscar. Acordei às 7h, porque um dos despertadores, que por acaso é o meu telemóvel, acertou a hora sozinho. Olhei para ele: 8h. Olhei para o outro: 7h. Fui confirmar no relógio de pulso que estava por acertar: 6h. Bolas. A noite tem uma hora a menos e eu ainda acordo uma hora mais cedo do que preciso?! Deitei-me outra vez. O despertador lá tocou 40 minutos depois mas eu deixei-me ficar na confusão das horas, levantei-me atrasada. Pelo menos o miúdo há-de dormir até mais tarde e posso arranjar-me sem interrupções, que com ele funciona o relógio biológico. Pois sim. "Mamã, quero o pequeno-almoço. Mamã, quero que fiques comigo. Mamã, temos de ir ao Pingo Doce (ontem expliquei-lhe o que estava a escrever num papel era uma lista de compras e ele decorou tudo o que era preciso)".

Tive de correr mais depressa um bocado para sair de casa a horas decentes. Pelo caminho fui reparando em quem andava na rua àquela hora que eu já não sabia bem qual era: carrinhas de pão, carros aparentemente sem pressa a passar os vermelhos só porque é domingo e não anda ninguém na rua àquela hora, famílias à porta da Igreja Universal do Reino de Deus, famílias para a missa na igreja da Lapa, uma jovem gira de caracóis a subir a rua do Almada (para onde iria, àquela hora, não tinha ar de quem ia à missa...) e três turistas a ver a montra da loja Retrato do Que Vejo (estavam de havaianas e vestidos de verão, eram muito loiras, tinham mesmo ar de turistas, se calhar não souberam que a hora mudou). Mas estava bonita, a manhã. Com um ar ameno e limpo. De Primavera.

Pelos sapatos rasos, marchar!



Killah SS 2012 - à venda na Prof

Pepe Jeans SS 2012 - à venda na Prof

Bimba & Lola

Bimba & Lola

Durante muito tempo tive dificuldade em encontrar sapatos rasos bonitos. Sandálias e botas, então, era de desesperar: havia sempre um salto, uma sola ou um detalhe demasiado formal que não era bem aquilo que eu queria.
Acho que foi nessa busca que descobri a Camper e durante muito tempo não a consegui trocar por nada. Os meus primeiros camper foram umas "mary jane" rasas, azul petróleo e cinza, que usei durante todo o Verão, apesar de serem "fechadas". Depois descobri as sandálias da marca: era mesmo aquilo que tinha procurado a vida toda: rasas, confortáveis, giras, boas para caminhar, nada de bolhas nos pés. Quando comprei as primeiras, lembro-me de ter pensado: se me tivessem pedido para idealizar umas sandálias, elas seriam exatamente assim.
Mais tarde descobri as Melissa e portugueses Made in Space, mas continuava a ser um percurso algo alternativo.
Agora questiono-me se fui eu que andei a procurar nos sítios errados, ou se as marcas perceberam que finalmente que quem não gosta de saltos altos tem direito à vida - e a sapatos com estilo, porque nesta estação estou perdida com tanta oferta. Bimba & Lola, Guava, Pepe Jeans, Killah: todas estas marcas têm modelos de me fazer cair em tentação, tanto nas sandálias como nas sabrinas. Não consigo escolher nem tenho dinheiro para as comprar, mas agradeço a aposta.

Clae footwear: sapatos ou sapatilhas?





Não são sapatos nem sapatilhas, mas são ambos. A Clae Footwear redifiniu as fronteiras do calçado casual, preenchendo o vazio existente entre as sapatilhas e os sapatos (de homem).

O design é intemporal, e por isso as coleções da marca são compostas por clássicos para o homem moderno, de todas as gerações. A simplicidade do desenho é a alma da Clae, que funde o conforto do calçado desportivo com a estética do estilo clássico.

A sola é um dos elementos importantes dos sapatos Clae. Dão-lhes cor e resistência à chuva (não deslizam com facilidade). Forma e função juntam-se num resultado que transmite confiança, sofisticação e casualidade.

Em Portugal estão à venda na loja Cocktail Molotof, na rua Miguel Bombarda, no Porto. 

OUT OF MY BOX: Maternidade, essa grande maluca

A Mãe que Capotou é uma das minhas ídolas (diz-se ídolas?). Ela também é uma mãe que saiu do armário.  Saltou, capotou e foi apanhada na curva. Sem papas na língua, falou inúmeras vezes da maternidade como a insustentável leveza de um martelo pneumático: "Muito pouco na nossa educação nos tinha preparado para as "maravilhas" da maternidade e, compreendemos agora,  deveriamos ter desconfiado do poder do instinto e da artificialidade das teorias pedo-psicológicas. [...] Sabiamos muito bem que rumo queriamos para a nossa carreira, para as nossas férias e para as nossas sextas-feiras à noite, não faziamos ideia de como se devia grelhar um bife, lavar o chão da cozinha ou passar camisas, bébés então, à parte o Nenuco, não estavamos a ver muito bem para o que é que serviam".

Eu concordo. Cresci a querer ser boa aluna, entrar na faculdade, tirar um curso, arranjar um emprego, dar o litro, fazer carreira, namorar, não estar presa a nada, horários, então, nem vê-los. Um dia, talvez, ter filhos, aquelas coisas fofas e rechonchudas que todas as mulheres adoram. Só tinha de aprender a mudar fraldas (tive de treinar num boneco de peluche antes do meu filho nascer, juro que é verdade - nunca tinha mudado uma fralda na vida).

Depois o miúdo nasceu, foi a coisa mais linda do mundo (sim, eu gostei de parir, foi o momento mais espetacularmente espetacular da minha vida), passei a primeira noite acordada a olhar para ele porque ninguém me tinha verdadeiramente alertado para as fortes probabilidades de passar as noites, semanas e meses seguintes (ou anos) sem dormir (deviam ter-me beliscado, abanado, afixado cartazes em casa e na rua para eu perceber).

Durante três meses acordei quantas vezes foi preciso para o amamentar. Acho até que nem chegava a adormecer. Durante o dia ficava sozinha com ele nos braços, eu podre de sono, ele a chorar, eu sem saber o que lhe fazer. Um amor imenso de um lado, o desespero do outro. Não foi fácil. Ninguém está preparado, por mais que se prepare. Eu não estava. 

A Mãe que Capotou diz que Rápido é bom e está toda feliz porque os filhos estão a ficar crescidos. O meu também está e eu também estou feliz com isso: as noites todas a dormir, as palavras ("precisas de ajuda?"), as doçuras ("i love you mummy"), as aprendizagens, as alegrias, as correrias, até as birras (apesar de tudo é mais fácil lidar com o choro de alguém que se explica, mesmo que não tenha razão nenhuma e esteja só  fazer birra). E ainda assim quero ter outro. Porque queria multiplicar este amor, mas também porque queria estar preparada. Crazy, crazy woman.



Vestir o Porto: peças e tecidos inspirados na cidade


Vestir o Porto é o nome do mais recente projeto de André Gandra. O designer de comunicação desenvolveu uma linha peças de vestuário cuja principal fonte de inspiração é a cidade do Porto, a partir de um tecido especialmente criado para o efeito, através de uma composição fotográfica com imagens da cidade. 

As peças de roupa são as mais variadas, mas em todas surgem elementos da cidade. O projeto reflete uma linha jovem e está à venda no atelier do designer, na Rua do Rosário, 284, no Porto. 

OUT OF MY BOX: Vintage e cores fortes

Vestido  ilovelowie.com
Leiam neste artigo da Praça, do site Porto 24, a opinião da Divine Shape (e outras) sobre as tendências para a próxima estação:

http://praca.porto24.pt/2012/03/17/inspiracao-vintage-e-cores-fortes-e-que-fazem-lembrar-guloseimas/

OUT OF MY BOX: As mães sairam do armário

Ela faz Panados com Arroz de Tomate quase todos os dias, mas este não é um texto sobre comida. É sobre um woman/mother blogue. Nada a ver com os babyblogs, porque esta mãe não se limita a falar das gracinhas dos miúdos. Fala sobretudo do caos, da confusão, das dúvidas, do estado de quase loucura em que nos pode deixar a maternidade.

Antes de eu ser mãe só tinha ouvido dizer bem dos bebés e dos filhos. Que são tão fofos, tão lindos, a melhor coisa do mundo. São, de facto. Mesmo. Ser mãe é das poucas coisas que me faz sentir realmente competente, apesar das dificuldades.

A questão é essa: não é fácil. Os bebés têm cólicas, choram muito e não nos deixam dormir. E depois chegam as birras, os “não quero”, os “porquês” que nunca mais acabam, os monólogos que interrompem qualquer tentativa de conversa com um adulto.

Mas a minha geração saiu do armário: nas conversas ou nos blogues, admitimos as complicações, os erros, as dúvidas, os falhanços, a vontade que às vezes nos dá de fugir para longe. E queixamo-nos deles: que acordam muito cedo, ou a meio da noite, que nunca mais adormecem, que fazem birras e atiram-se para o chão. Não são piores filhos por isso: são só iguais aos outros. Nem nós somos piores mães: estamos só a aprender, todos os dias, a fazer o melhor que sabemos.

Giras, intemporais e resistentes (e podem ir à máquina de lavar)



 
Versáteis, duráveis e intemporais. As Salt Water Sandals, da Hoy Shoe Company, foram das coisas mais maravilhosas que descobri no último ano. Não tenho nenhumas, acho que não se vendem em Portugal, mas acho-as lindas. Super simples, mas lindas, aparentemente muito confortáveis e resistentes, com potencial para durar uma vida.

E também ficam o máximo nos modelos mini, para criança. É, aliás, nas vendas de calçado para criança que a marca se destaca. Na minha opinião, é porque os modelos são limpos, sem flores, folhos e afins. Também deve ajudar bastante o facto de se poderem lavar na máquina (é tudo o que uma mãe quer: que tudo se possa lavar na máquina). São feitas em pele, são robustas e foram feitas à prova da diversão.

Podem vê-las calçadas em pés femininos adultos aqui, aqui e aqui.

Vendem-se em algumas lojas online, nomeadamente na MySaltWaterSandals.com.

Eu quero umas, sff.

Baguera: explorar formas e cores em peças divertidas






Explorar formas e cores para criar peças divertidas e atraentes, tanto para quem as usa como para quem as vê. As clutches e a joalharia da Baguera são verdadeiramente inovadoras. A marca, portuguesa, foi criada por Branca Cuvier. Fundada em 2011, centra-se na moda contemporânea para criar peças engraçadas com conceitos simples.

Cada coleção tem o seu próprio tema, mas a qualidade, a moda e o design estão sempre presentes. Por ter sido criada para toda a gente, a marca não faz peças únicas.

Em 2011, a coleção Silhouette foi selecionada para o concurso POP' s (selecção de Projectos Originais Portugueses nas áreas de Joalharia de Autor, Acessórios Pessoais, Mobiliário e Objectos de Decoração) promovido pela Fundação de Serralves.

A marca está à venda na sua própria loja online e na loja de Serralves .

nümph: roupa com alma





Roupas com alma e personalidade. Que querem tocar o coração de quem as usa. Que cruzam experiência e criatividade de ponta, feminina e áspera, vulnerável e forte. Que tentam, como as ninfas dos contos de fadas, avançar sem medo, com força e confiança pela floresta. Que são fortes como gigantes e suaves como os anjos, porque colocam os seus corações em tudo o que fazem.  São estes os conceitos base na nümph.
 
A paixão da marca de roupa feminina é criar aquelas peças favoritas e indispensáveis que duram tempos e tempos. São artigos arrojados, dirigidos a mulheres com espirito independente, que gostam de chamar a atenção para o seu estilo pessoal.
 
A nümph é o resultado das competências de sete jovens mulheres, especialistas em diferentes áreas: design, desenho, grafismo e marketing. Juntas, criaram a marca e concretizaram um sonho: criar uma marca a partir do zero, diferente e forte.

Element Eden: Wear what you are






Inspirar as mulheres a seguir o seu próprio caminho e a encontrar uma perspetiva diferente das convenções antigas é a missão da Element Eden, que nasceu do desejo de fazer a diferença.

As peças são criativas e apaixonadas, deixando cada uma das suas utilizadoras expressar-se sem dizer uma palavra. As mulheres Element Eden são o que usam porque usam o que são.

A Element Eden nasceu no Sul da Califórnia como uma marca popular entre as mulheres skaters, mas cresceu e expandiu os seus produtos para uma rede de clientes mais ampla, com roupas intemporais, duradouras, positivas e apelativas a qualquer rapariga que queira um design único.

No Porto, a marca vende-se na loja Taken Urban Culture Store.

Native: leves, lindos, fáceis de usar e de gostar




Adoro sapatos. Sou viciada. Se pudesse, estava sempre a comprá-los. Resistir é uma tarefa difícil, sobretudo quando descubro mais uma marca que adoro. A Native. Já conhecia as botas, a dada altura estive mesmo para as comprar, mas desconfiei do material, da resistência à chuva, das cores disponíveis.

Agora estou rendida. Porque para além das botas, a Native tem sapatos de Primavera que são mesmo giros, ainda por cima na minha cor preferida (azul petróleo).

A marca foi fundada em Vancouver, no Canadá, em 2009, para desenhar, produzir e vender sapatos com um material único - o mais leve e confortável que está disponível. E garante que as peças se moldam aos pés e são resistentes ao odor (coisa que eu desconfiava que não fossem). 

Inspirados em silhuetas clássicas e casuais e em tudo o que sempre amaram no design de um sapato, a Native criou uma estética que resulta em sapatos fáceis de usar e com um visual fácil de apreciar.


Eu quero os da primeira foto, sff.

A felicidade da Sílvia (e a minha)


Ela é gira, faz coisas giras, tem ideias e projetos cada vez mais interessantes: depois do Choose your own head, do Quarto de Mudança, agora chega o It' s a doily world. Também é mãe e mistura isto tudo com textos sobre os filhos, no blogue Raparigas como nós.

A Sílvia Silva sabe vestir-se cheia de cores e de estilo, mostra fotografias lindas e leva-me a conhecer peças de roupa a marcas fantásticas. Ela é tudo aquilo que gostava de ser, mas não sou, porque sou pouco ousada nas cores, não consigo ter tempo para concretizar todos os projetos e ideias que tenho na cabeça, nem para escrever tudo aquilo que gostaria.

Ainda por cima, a Sílvia escreveu um texto  que só não mudou verdadeiramente a minha vida porque eu sou uma ansiosa crónica. “Aquela ideia de que a nossa felicidade e o que realmente nos daria puro prazer está sempre atrás daquele muro gigante através do qual não vemos nada, é uma pura ilusão.[…] Atrás do muro não há nada, está tudo aqui e agora!”.

A minha geração (ou então fui só eu) foi educada para cumprir objetivos: entrar na faculdade, tirar um curso, arranjar um emprego, dar o litro, fazer carreira, subir na vida, cumprir sonhos de infância como casar, ter filhos, construir uma casa com jardim. Mas o mundo deu-nos (deu-me) a volta. E eu quero avançar, mesmo sem saber para onde vou. Um dia de cada vez, como se fosse uma angustiada em recuperação.

I'm in love with Pinterest

Ando fascinada com o Pinterest. Um bocado viciada, até. Na minha página desta rede social não publico o meu trabalho, nem o meu portfólio ou o meu currículo em imagens. O que lá coloco são as coisas de que gosto. Imagens de sapatos, relógios, roupa, objetos. Tudo arrumadinho em quadros temáticos que posso consultar a qualquer momento.

No facebook partilhamos aquilo de que gostamos, mas nem a nova cronologia veio ajudar à consulta (a mim até me veio baralhar, odeio este novo formato).

No Pinterest não: fica lá tudo arrumadinho para ver a qualquer altura. Na minha página e na das pessoas que estou a seguir, e por isso também consigo muito mais facilmente descobrir coisas novas e guardá-las para investigar melhor quando tiver tempo: marcas, produtos ou sites que não conhecia – é só fazer “Repin”.

Mas o que verdadeiramente me fascina é a possibilidade de guardar informação.  Todos os sites e blogues deviam ter um botão Pin it nos seus artigos e posts, como acontece no P3 ou no Dezeen. Eu consegui colocar um no meu blogue com a ajuda do Quarto de Mudança (que relíquia, este site).

Tenho um “board” só para isso, mas a questão é que o Pinterest não guarda o artigo ou o link que devia ajudar-me a ler o artigo mais tarde. O que fica guardado é uma imagem, alguma informação e o link do site de onde retirei o artigo.

Eu gostava de poder ali guardar todos os artigos que quero arquivar ou que não tenho tempo de ler quando me cruzo com eles em sites, blogues ou no Facebook.  E de guardar no Pinterest as minhas músicas preferidas (se calhar dá, eu é que não tenho o curso...)

OUT OF HER BOX: É a felicidade, estúpido!

A Raparigas como nós mostrou-me este texto, que a Menina Rapaz escreveu para o blogue Quem sai aos seus. É sobre felicidade. E filhos. Vale a pena ler.

"Porque, como objectivo último na vida, a felicidade parece-me o melhor que um ser humano pode almejar. Mas a felicidade é, também, uma aprendizagem. E, como constato agora enquanto adulta, há pessoas que não aprenderam a felicidade quando eram crianças. Nem a generosidade. Ou a tolerância. Há pessoas que não sabem ser felizes.

Eu quero que os meus filhos se instruam na felicidade. No gostar da vida todos os dias, no apreciar aquilo que temos. E então sou essa mãe um pouco atípica. E os meus filhos são essas crianças também um pouco atípicas. Não são muito crescidos, nem muito precoces. São, espero eu, muito felizes".

Vintage: já não basta usar, é preciso ser


A febre vintage já chegou ao estilo. Não basta usar sapatos ou peças de roupa retro ou de inspiração vintage. O estilo também tem de ser vintage. Como? Adequando a maquilhagem, o corte de cabelo e a postura à estética da década em causa. Até já há workshops para nos ajudar a tratar disso.

No Porto, a 24 de Março, e em Lisboa, a 31 de Março, vai falar-se de valorização pessoal, de história e estética dos anos 40, 50 e 60, do glamour vintage, de feminilidade e elegância, de hair styling e de maquilhagem.

Estas dicas de moda e beleza do workshop Glam & Beauty estão a cargo de Thais Amormino, diretora da revista de Drops Portugal, e de Inês Soares, diretora e jornalista da revista Runway Mag.

Os formadores vão centrar-se na moda dos anos 40, 50 e 60, décadas que esta estação se assumem como uma forte tendência. Potenciar os looks revivalistas destacando os nossos melhores atributos e noções básicas de maquilhagem são algumas das vertentes do workshop.

É preciso fazer uma pré-inscrição, através dos e-mails ines.soares@runway-mag.com e thaisamormino@hotmail.com. No facebook é possível consultar detalhes da iniciativa no Porto e em Lisboa.