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Do you like vintage sunglasses? This is the place!








A febre vintage está completamente instalada, não há quaisquer dúvidas disso. Quando vejo ainda de longe as coleções do próximo Inverno começo a pensar onde irão os criadores buscar inspiração nos próximos anos, porque a aposta não é numa época específica, mas em todas as grandes épocas da moda, dos anos 20 aos 50, passando pelos 60 e os 70 (os anos 80 não pode ser porque ainda recentemente tinhamos voltado a eles). Pergunto-me, por isso, o que irão mais inventar, ou como se conseguirão reiventar.

Para quem gosta de vintage a sério, em vez de peças ou artigos contemporâneos com um toque retro, este site parece-me de ter em conta em matéria de óculos: Retro City Sunglasses é o nome da loja online, que não tem informação nenhuma a não ser, na página do Facebook, que a marca "is your complete source for Retro and Vintage Style Shades". Realmente parece. As imagens dos óculos aparecem acompanhadas de imagens de uma modelo usando os óculos e isso é suficiente para perceber que não estão a brincar quando dizem que são ao fonte de todos os modelos e estilos de óculos vintage e retro.

Sapatilhas Victoria: reinventar a tradição




A marca foi criada em 1915 em La Rioja, no norte de Espanha. Todos os espanhóis se lembram de ter usado sapatilhas Victoria a dada altura das suas vidas. Há uns anos, a marca ressurgiu com energia redobrada, trabalhando para conseguir os mesmos resultados no resto do mundo.

Depois de reinventar as sapatilhas básicas, a marca diversificou a oferta: criou modelos costumizáveis, convidou 12 designers internacionais a transmitirem às sapatilhas a sua visão da marca, apostou em botas para o inverno e agora surge com sabrinas e lonas para a próxima estação.

Estão à venda em algumas lojas online (como esta) e no Porto encontram-se na Lemon Pie.

OUT OF MY BOX: Vintage e cores fortes

Vestido  ilovelowie.com
Leiam neste artigo da Praça, do site Porto 24, a opinião da Divine Shape (e outras) sobre as tendências para a próxima estação:

http://praca.porto24.pt/2012/03/17/inspiracao-vintage-e-cores-fortes-e-que-fazem-lembrar-guloseimas/

Native: leves, lindos, fáceis de usar e de gostar




Adoro sapatos. Sou viciada. Se pudesse, estava sempre a comprá-los. Resistir é uma tarefa difícil, sobretudo quando descubro mais uma marca que adoro. A Native. Já conhecia as botas, a dada altura estive mesmo para as comprar, mas desconfiei do material, da resistência à chuva, das cores disponíveis.

Agora estou rendida. Porque para além das botas, a Native tem sapatos de Primavera que são mesmo giros, ainda por cima na minha cor preferida (azul petróleo).

A marca foi fundada em Vancouver, no Canadá, em 2009, para desenhar, produzir e vender sapatos com um material único - o mais leve e confortável que está disponível. E garante que as peças se moldam aos pés e são resistentes ao odor (coisa que eu desconfiava que não fossem). 

Inspirados em silhuetas clássicas e casuais e em tudo o que sempre amaram no design de um sapato, a Native criou uma estética que resulta em sapatos fáceis de usar e com um visual fácil de apreciar.


Eu quero os da primeira foto, sff.

I'm in love with Pinterest

Ando fascinada com o Pinterest. Um bocado viciada, até. Na minha página desta rede social não publico o meu trabalho, nem o meu portfólio ou o meu currículo em imagens. O que lá coloco são as coisas de que gosto. Imagens de sapatos, relógios, roupa, objetos. Tudo arrumadinho em quadros temáticos que posso consultar a qualquer momento.

No facebook partilhamos aquilo de que gostamos, mas nem a nova cronologia veio ajudar à consulta (a mim até me veio baralhar, odeio este novo formato).

No Pinterest não: fica lá tudo arrumadinho para ver a qualquer altura. Na minha página e na das pessoas que estou a seguir, e por isso também consigo muito mais facilmente descobrir coisas novas e guardá-las para investigar melhor quando tiver tempo: marcas, produtos ou sites que não conhecia – é só fazer “Repin”.

Mas o que verdadeiramente me fascina é a possibilidade de guardar informação.  Todos os sites e blogues deviam ter um botão Pin it nos seus artigos e posts, como acontece no P3 ou no Dezeen. Eu consegui colocar um no meu blogue com a ajuda do Quarto de Mudança (que relíquia, este site).

Tenho um “board” só para isso, mas a questão é que o Pinterest não guarda o artigo ou o link que devia ajudar-me a ler o artigo mais tarde. O que fica guardado é uma imagem, alguma informação e o link do site de onde retirei o artigo.

Eu gostava de poder ali guardar todos os artigos que quero arquivar ou que não tenho tempo de ler quando me cruzo com eles em sites, blogues ou no Facebook.  E de guardar no Pinterest as minhas músicas preferidas (se calhar dá, eu é que não tenho o curso...)

Trendalert.me: eles descobrem o que ainda não está na moda, mas estará



É a primeira comunicade de caçadores de tendências portuguesas. Chama-se Trendalert.me e funciona como observatório de moda, arte, design, saúde, cultura, negócios e conceitos emergentes. 

Antecipar necessidades, as ideias que vão mudar os nossos dias e antever oportunidades são as missões de uma equipa de jornalistas, bloguers, fotógrafos, publicitários, músicos, psicólogos, sociólogos, arquitectos, artistas plásticos com curiosidade pela forma como se expressam os demais, como se vestem, o que consomem e como.

Para além das últimas tendências, o site tem espaços dedicados ao "street style", à moda, à saúde, à beleza, às experiências (cultura, viagens, ocupação de tempos livres, atividades com crianças), à alimentação (nutrição, receitas e consumo gourmet),  living  (organização diária e familiar, casamento, filhos, controlo do orçamento, decoração, animais, cidadania e voluntariado) e sexo (porque as portuguesas querem largar os preconceitos e falar livremente sobre todos os assuntos)

"Somos contra o assim-assim, as meias tintas e o "vou pensar". Gostamos do caos porque serve de desculpa [...] Somos fãs dos criativos, da guerrilha e dos um pouco loucos. Retro, vintage, new age e old school, tudo serve. [...] Registamos o que ainda não está a dar, mas estará. E… abraçamos a mudança porque é a única certeza que temos" são algumas das frases que podem ler-se no manifesto do projeto.