Divine Shape
DESIGN STYLE FASHION - News and Trends (and also some things about life, career, social media, relationships, family and kids)
Terça-feira, 29 de Maio de 2012
Segunda-feira, 28 de Maio de 2012
35 rocks!
Não me digam que aos 18 e aos 20 é que era. Os trinta é que estão a dar. Os trinta e tal, aliás. Aos 34, quase 35, sou muito mais mulher, muito mais gira, muito melhor pessoa e profissional do que era aos 18, aos 20, aos 25 ou aos 30. E tenho agora muito mais estilo. Perdi os complexos, encontrei a minha identidade - no que visto e no que sinto. Aos 35 somos mulheres de cabeça resolvida, perdemos traumas, mesmo que se mantenham algumas dúvidas. Mas conseguimos finalmente dizer "esta sou eu, estou aqui e sou assim, não me importa o que pensam".
Na última década e meia cresci, desiludi-me, entristeci-me, enterrei o meu pai, fiz dietas que nunca resultaram, perdi o emprego, perdi sonhos, angustiei-me e sofri, arranjei trabalho, tive um filho, arranjei emprego, vi-me grega para o criar no primeiro ano e meio... Para chegar perceber que os sonhos podem ficar pelo caminho e não tem mal nenhum. Criamos outros. Vivemos a realidade, sabemos que nunca será edílica e estamos finalmente preparadas para viver bem com isso. Ou, nos casos em que o conformismo nunca foi opção, estamos na idade em que sabemos fazer alguma coisa por nós, apesar dos receios, das dúvidas, dos receios. Basta avançar, mesmo não sabendo muito bem para onde se vai, fazendo o que se gosta, mesmo que isso não seja o nosso emprego nem o nosso trabalho, como já explicou a Sílvia Silva no raparigascomonós e como eu também já escrevi aqui e aqui.
O corpo pode já ter parido um filho, as mamas podem não estar tão perfeitas como antes, a celulite pode ter vindo para ficar, os cabelos podem ter brancas e surgem as primeiras rugas que, já sabemos, vêm para ficar e piorar. E, mesmo assim, sentimo-nos melhores. Mais mulheres. Eu sinto-me hoje muito mais atraente do que quando tinha 20, em que quase me escondia num casulo por não ter as medidas perfeitas, as ancas perfeitas, as mamas perfeitas, a barriga perfeita. Que se lixe a perfeição. E a inveja. Sou como sou.
Na última década e meia cresci, desiludi-me, entristeci-me, enterrei o meu pai, fiz dietas que nunca resultaram, perdi o emprego, perdi sonhos, angustiei-me e sofri, arranjei trabalho, tive um filho, arranjei emprego, vi-me grega para o criar no primeiro ano e meio... Para chegar perceber que os sonhos podem ficar pelo caminho e não tem mal nenhum. Criamos outros. Vivemos a realidade, sabemos que nunca será edílica e estamos finalmente preparadas para viver bem com isso. Ou, nos casos em que o conformismo nunca foi opção, estamos na idade em que sabemos fazer alguma coisa por nós, apesar dos receios, das dúvidas, dos receios. Basta avançar, mesmo não sabendo muito bem para onde se vai, fazendo o que se gosta, mesmo que isso não seja o nosso emprego nem o nosso trabalho, como já explicou a Sílvia Silva no raparigascomonós e como eu também já escrevi aqui e aqui.
O corpo pode já ter parido um filho, as mamas podem não estar tão perfeitas como antes, a celulite pode ter vindo para ficar, os cabelos podem ter brancas e surgem as primeiras rugas que, já sabemos, vêm para ficar e piorar. E, mesmo assim, sentimo-nos melhores. Mais mulheres. Eu sinto-me hoje muito mais atraente do que quando tinha 20, em que quase me escondia num casulo por não ter as medidas perfeitas, as ancas perfeitas, as mamas perfeitas, a barriga perfeita. Que se lixe a perfeição. E a inveja. Sou como sou.
Domingo, 27 de Maio de 2012
Criar estilo no Polyvore
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| Green, created by Divine Shape on Polyvore |
Estou viciada. Tenho milhões de looks na minha cabeça. É um vício, o Polyvore. Pelo menos para mim, que sempre que compro uma peça de roupa passo a noite seguinte a imaginar o potencial de combinações a fazer com os vários pares de sapatos que tenho e com todo o resto das peças do armário. Agora faço-o no Polyvore, como também se pode ver no meu Pinterest.
A culpa é da Sílvia Silva, que me falou desta rede social que permite compor os visuais que quisermos, a partir do banco de imagens do próprio programa, ou de imagens que vamos selecionando e importando por toda a web.
Eu não sou o Alfaiate Lisboeta, que anda pelo mundo a fotografar um mundo cheio de estilo, mas não consigo deixar de andar pela rua a reparar nas pessoas que seriam fotografáveis por ele (ou naquelas que, não tendo o look perfeito, têm um ou outro detalhe interessante e importante de reter.
Como não sou o Alfaiate, nem posso (ou não quero) andar por ai de máquina fotográfica na mão, componho os meus próprios looks no Polyvore. Há milhares de possibilidades na própria rede, que tem uma base de imagens de vestidos, saias, calças, casacos, jóias, acessórios e sapatos. Mas também há um programa, ou aplicação (não sei bem o que lhe chamar), que permite guardar no Polyvore os nossos items - as peças que nos interessam mas que não estão naquele enorme arquivo de imagens.
Todas as criações estão ligadas a todas as outras redes sociais, podendo ser publicadas (automaticamente, se quisermos) nos nossos blogues, pinterests, twitters e afins. Detalhe importante: ao publicarmos as nossas composições fotográficas no blogue, é automaticamente criada uma listagem dos vários items usados na imagem, com referência à marca do artigo, ao preço e/ou ao site de onde foi retirada.
Em tempo de crise, esta é, para mim, também uma forma de dar asas à imaginação. De ir às compras sem gastar dinheiro. De imaginar as combinações que faria se pudesse comprar todas as peças com que me cruzo.
Sábado, 26 de Maio de 2012
Blogs are not dead
Ah, e tal, agora com o Facebook e com o Twitter os blogues já não interessam a ninguém, não há quem os leia, as pessoas preferem rapidez e imediatismo, bla bla bla. Pois eu acho que os blogues não morreram. Precisam é de estar ligados a outras redes sociais: ao Pinterest, ao Polyvore, ao Twitter, ao Google +, ao Delicious, ao Bloglovin, ao Trumbl... Ou seja, a tudo que possa divulgá-los junto da mais vasta audiência possível - se temos um blogue na web, é porque queremos que ele seja lido, ou não?
Os blogues podem ser uma forma de diário, mais ou menos aberto ao público, mas também podem ser projetos de divulgação de moda ou de exibição de trabalhos meritórios, como é o caso do http://www.matildebeldroegablog.com/, do http://blog.noussnouss.com/, apenas para citar alguns.
O meu é um projeto de divulgação de moda e design contemporâneos e eu quero que seja lido. É um hobbie, mas dá-me trabalho. Dá-me muito gozo, mas também me "rouba" tempo. E ninguém gosta de trabalhar "para o boneco".
Não foi fácil divulgá-lo, torná-lo conhecido, mas em oito meses consegui que mais de 12.500 pessoas o visitassem e que alcançasse o dobro das visualizações. Passei recentemente a fasquia dos 500 fãs na página do Facebook, que foi a rede social que inicialmente elegi para divulgar a Divine Shape.
Continua a não ser fácil e a dar imenso trabalho todos os dias. Curiosamente, foi depois de ter iniciado uma conta no twitter, no Pinterest e no Polyvore, onde a maior parte das pessoas que acompanho não são portuguesas, que comecei a ter mais feed back do meu trabalho, tornando-me "seguida" por gente que nem sequer entende o que eu escrevo. Não satisfeita ainda criei uma conta no Google +, no Bloglovin, no Trumbl e no Delicious. Estes dois últimos (pronto, vá, estes três últimos) ainda não domino porque, convenhamos, é muita coisa.
Os blogues podem ser uma forma de diário, mais ou menos aberto ao público, mas também podem ser projetos de divulgação de moda ou de exibição de trabalhos meritórios, como é o caso do http://www.matildebeldroegablog.com/, do http://blog.noussnouss.com/, apenas para citar alguns.
O meu é um projeto de divulgação de moda e design contemporâneos e eu quero que seja lido. É um hobbie, mas dá-me trabalho. Dá-me muito gozo, mas também me "rouba" tempo. E ninguém gosta de trabalhar "para o boneco".
Não foi fácil divulgá-lo, torná-lo conhecido, mas em oito meses consegui que mais de 12.500 pessoas o visitassem e que alcançasse o dobro das visualizações. Passei recentemente a fasquia dos 500 fãs na página do Facebook, que foi a rede social que inicialmente elegi para divulgar a Divine Shape.
Continua a não ser fácil e a dar imenso trabalho todos os dias. Curiosamente, foi depois de ter iniciado uma conta no twitter, no Pinterest e no Polyvore, onde a maior parte das pessoas que acompanho não são portuguesas, que comecei a ter mais feed back do meu trabalho, tornando-me "seguida" por gente que nem sequer entende o que eu escrevo. Não satisfeita ainda criei uma conta no Google +, no Bloglovin, no Trumbl e no Delicious. Estes dois últimos (pronto, vá, estes três últimos) ainda não domino porque, convenhamos, é muita coisa.
I love Lowie
Roupas bonitas, com inspirações no artesanato tradicional mas totalmente modernas. A Lowie é uma das marcas que não pára de me surpreender. De cada vez que visito o site da marca, lá está, mais um artigo novo que ficaria lindamente no meu armário.
Inspirada pelo rico mosaico mundial do artesanato tradicional, cujas origens remontam à Idade Média, a Lowie re-interpreta essas práticas honradas pelo tempo de uma forma totalmente moderna. O tricot, o croché, o bordado e a costura feita à mão estão presentes em quase todas as peças da marca, criada em 2002 por Bronwyn Lowenthal.
Produzir roupas bonitas que as pessoas queiram usar, tão eticamente quanto possível mas sem comprometer o design é outro do objetivo da empresa, que apresenta roupas e acessórios.
Inspired by the world’s rich mosaic of traditional handicrafts whose origins date back to the Middle Ages, Lowie re-interprets these time-honoured practices in a totally modern way. Hand-knitting, crochet, hand-embroidery and hand-stitching are incorporated into almost every piece in the Lowie collection. Worn by celebrities like Lily Cole, Erin O’Connor, Fearne Cotton and fashion-forward individuals like you, each Lowie customer appreciates the time, thought and effort that have gone into each high quality, quirky piece. Started in 2002 by designer Bronwyn Lowenthal, Lowie’s philosophy is to produce beautiful clothing people want to wear as ethically as possible without jeopardising design
Etiquetas:
marcas/brands,
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