Mostrar mensagens com a etiqueta roupas/clothing. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta roupas/clothing. Mostrar todas as mensagens

Nevoeiro, saldos e botas pelo tornozelo

Vão começar a inundar-nos com "previews" da próxima coleção de outono-inverno e nós ainda nem sequer tivemos tempo para dar uso a mais metade da roupa de verão que temos no armário. Nem às sandálias. Pelo tempo que faz e que tem feito, tenho até a impressão de que sou detentora de sandálias até ao fim da vida. A julgar por estas condições metereológicas, nunca vou conseguir deixar velho tanto calçado daquele que deixa os dedinhos à mostra. O cenário não seria assim tão "dramático" se não estivesse a fazer um horário diferente do meu, a entrar consideravelmente mais cedo e a acordar inevitavelmente com nevoeiro, daquele que ainda é molhado. E se não fosse intolerante ao friozinho e ao nevoeirozinho e à chuvinha nos pés. 

Todos os dias vejo as previsões do tempo e lá me aparece, ao longe, um dia ou dois em que vai fazer um calor de morrer, mas no dia seguinte ou no outro a seguir já lá não está, já é só mais um dia de céu com nuvens e temperatura amena. A mim o calor a valor amolece-me mas dá-me pica, é só um bocadinho mais de mim, uma pessoa que não é bem uma pessoa, é quase só uma contradição. E, ainda que contraditória e sempre cheia de dúvidas (corto ou não corto o raio do cabelo - se estivesse calor, pelo menos ajudava a tomar a decisão de uma vez por todas), sei que me está a fazer falta o calor. 

Também já me convenci, também a propósito dos SALDOS, que não vale a pena ter muita roupa de verão. As alterações climáticas chegaram mesmo e, pelo menos para quem não é acalorado, não vale a pena ter um guarda-roupa cheio de peças fresquinhas, decotadinhas, levezinhas e cheio de vestidinhos e muitas sandalinhas para suportar o calor.  Antes umas botas pelo tornozelo. Estou a exagerar, a coisa não está para isso, mas gastei tanto as minhas de inverno durante o inverno que nunca mais acabava que é disso que estou a precisar (malta, faço anos em agosto, se possível não me façam compras nos saldos, ok, guardem-me uns trocos para eu usar na coleção de inverno).

E, com isto (dois meses de algo que quase nem primavera parece quando já estamos no verão parece ser suficiente), conformei-me. Pode ser que agosto e setembro sejam meses fantásticos. Se não forem, continuarei acomodada com o estilo primavera-verão que finalmente consegui conjugar para me sentir bem comigo e com o que tenho no armário. Sem fazer contas ao que vou vestir daqui por uns dias, se afinal ficar mais frio, ou se finalmente chegar o calor. Só não sei o que faça ao cabelo. 

Oito crises habituais (só para falar de roupa, cabelo e estética)

São tão frequentes que começo a não lhes dar importância. Mas a tentação está sempre lá. Pode ser que seja só uma questão de controlo e um dia passa. Estas são as minhas crises habituais:

1. Não sei o que hei-de fazer ao cabelo (fase atual e a mais recorrente)

2. Talvez o melhor seja cortar o cabelo bem curto, fica sempre bem. Sim? Não? E o esforço que tive para o deixar crescer (como se alguma vez nas duas últimas décadas tivesse ficado verdadeiramente grande...)

3. Não sei o que hei-de calçar (de tão simples, o problema é complicado: tenho toneladas de calçado, mas calço quase sempre os mesmo pares, que por norma são de modelos similares e, a dada altura, canso-me. A outra questão é o tempo: mas será que chove? Muito ou pouco?)

4. Não sei o que hei-de vestir amanhã. Nem depois. Nem depois. (sim, as possíveis combinações e a metereologia dos dias seguintes condicionam o que escolho vestir no dia seguinte, quando escolho o que, por norma, altero na manhã seguinte - a não ser que tenha de me levantar mesmo muito cedo).

5. Nenhuma das t-shirts/camisolas/blusas giras e diferentes de verão me serve

6. As marcas agora não fabricam camisolas de meia estação? Com mangas que não sejam até meio dos braços?

7. Porque é que não consigo pintar as unhas de outra cor para além do vermelho e do rosa avermelhado? Podia variar, às vezes experimento, mas nunca dura muito tempo. O vermelho e o quase vermelho acabam por ter o maior número de combinações (admito que possa ser mania).

8. Para que tenho aqui estes cremes e esta maquilhagem se quase nunca tenho paciência para os usar?


Matrioska: Uma caixa cheia de surpresas escolhidas pela Eva

Não é só uma loja. É uma caixa cheia de caixas de surpresas onde o melhor de grandes marcas espanholas de moda alternativa é escolhido a dedo pelo excelente bom gosto da Eva. Por isso é que não é apenas uma loja, é uma loja onde quem escolhe as peças à venda é a Eva, e ela tem muito bom gosto (ou um gosto muito parecido com o meu). A Matrioska é uma das minhas lojas preferidas, só é pena ficar em Santiago de Compostela. Não é assim tão longe, mas também não é aqui ao lado. Para quem lá for, é ponto de visita obrigatório - a cidade tem, aliás, um roteiro de lojas de moda, design e artes alternativas. 

Sessùn, Skunkfunk e Pepaloves são algumas das marcas que se podem encontrar na Matrioska e a Eva ajuda-te a escolher o que melhor te assenta. Já lá estive há uns anos bastante hesitante em relação a um vestido, ela disse-me que tinha um igual, insistiu que era boa compra e tinha razão. Ainda dura, continua atual, foi realmente uma excelente compra. Desta última vez descobri lá uns sapatos de que hei-de falar aqui, de uma marca de barcelona, que são simplesmente a coisa mais linda com que me cruzei nos últimos tempos. 

Também tem peças fantásticas da Loreak Mendian, que é coisa que raramente se vê em Portugal. E se alguma vez vos disserem por cá, como me disseram a mim, que a marca só faz tamanhos únicos, não acreditem, é mentira. Confirmei na Matrioska. 

Devil must care: Miau Frou Frou new collection is a temptation









Entrei na Miau Frou Frou pela primeira vez pouco depois de ter aberto, na rua Miguel Bombarda, no Porto. Estava em trabalho, a fazer uma reportagem sobre o quarteirão das artes e sobre os negócios que estavam a emergir na rua das galerias. Questionei-me se aquele sobreviviria muito tempo. Não por desgostar do conceito, das peças, da ideia, pelo contrário. Mas fiquei a pensar se um espaço com peças de autor conseguiria vendas suficientes para garantir lucro ou, pelo menos, o pagamento da renda do espaço. Sobretudo porque todas as lojas à volta - também diferentes, alternativas, cheias de estilo e super em voga - eram multimarca. Pois bem, a Miau Frou Frou já fez quatro anos, está cada vez melhor e para festejar lançou o seu próprio site: http://www.miaufroufrou.com/.

Para já, ainda não há loja online, mas existe a possibilidade de encomendas online. As peças estão no site e no álbum do Facebook é possível consultar os seus preços.  

Devil may Care é o nome da última coleção, preenchida de peças cheia de cores, de combinações de que eu faria, de modelos que teria desenhado se soubesse fazê-lo. Uma coleção mais moderna, mais arrojada, mais descontraída e streetwear, sem perder a sofisticação e o toque romantico. 

Numa homenagem ao universo feminino, onde o romantismo dos materiais se cruza com as linhas contemporâneas, a Miau Frou Frou apresenta criações intemporais, orientadas para um público hedonista e descontraído, mas atento ao design. Em cada nova colecção encontramos linhas que hiperbolizam as formas, indicando contrastes, e linhas que seguem a silhueta do corpo, indicando contornos.

A linda designer Juliana Cerdeira é o nome por trás do sucesso da Miau Frou Frou. Depois da formação em Design de Moda pela Escola de Moda Gudi e pelo Citex Juliana quis conhecer de perto o processo de design e produção têxtil. Trabalhou  para o Grupo Inditex e conheceu as rotinas de atelier com a designer Lidjia Kolovrat, acompanhando o Moda Lisboa. Foi seleccionada e premiada em diversas mostras nacionais como a Geração Talentos CIRAC, o Acrobatic e a Mostra Nacional de Jovens Criadores e, em 2008, registou a marca e abriu a loja/atelier.


MIAU FROU FROU is the brand that gives name to the creations of designer Juliana Cerdeira. After graduating in Fashion Design at Escola de Moda Gudi and CITEX, and before embarking on his own, Juliana chose to see up close the process of textile production and design, working for the Inditex Group, and to gain atelier routines with the designer Lidjia Kolovrat, following Moda Lisboa. She was selected and awarded in several national shows like Generation Talents CIRAC, Acrobatic and National Young Artists Show. In 2008, Juliana Cerdeira registed the brand MIAU FROU FROU and opened her own store/atelier in the Oporto city's arts district. Fruit of her creative audacity and strong and distinctive brand concept, early MIAU FROU FROU was the target of media and critics attention. In a tribute to the feminine universe, where the romanticism of materials meets the contemporary lines, MIAU FROU FROU is projected into the future with timeless creations oriented for a hedonistic and relaxed public, but that pays attention at the design. In each new collection we find lines that hiperbolize forms, indicating contrasts, and lines that follow the body's silhouette, indicating contour.



Temos tamanhos grandes


Calças de ganga Massimo Dutti, tamanho 42
10 euros



Camisola cor de tijolo Massimo Dutti, tamanho L
9 euros


Túnica fresca em tons de amarelo e azul petróleo da Lanidor, com uma fitinha que aperta atrás das costa.
Tamanho L. 9 euros

Blusa branca de manga curta Massimo Dutti, XL
6 euros

 
Há alguns meses que comecei a vender roupa que já não uso, com a ajuda da Dora e da Benda. As vendas não andam famosas, pelos motivos que se sabe. Mas a minha vida económica também anda pelas horas da morte e, enquanto a morte não chega, resta-me ser insistente. Na "secção" Divine Shape/amigas da Benda, vendem-se todos os tamanhos mas sobretudo tamanhos grandes. Nunca fui, nem sou, magra. Mas a minha vida foi feita de oscilações de peso que me levaram a comprar muita coisa, porque o simples facto de encontrar alguma coisa que me servisse já era um achado.
 
Daí este texto: tenho tamanhos grandes para vender. Porque preciso de os vender e porque sei que é complicado q.b. a quem não tem as medidas supostamente convencionais encontrar roupas nas lojas "normais". Por isso, queria dizer que a minha "loja" tem tamanhos grandes que podem ajudar algumas pessoas a encontrar aquilo que não encontram noutros sítios. Foram anos de buscas apuradas por todas as lojas da região e arredores para encontrar o que me servisse. Agora tenho um armário cheio de roupa que não uso. Não que esteja magra. Apenas porque estou mais magra. E, se servir de ajuda, só consegui ficar mais magra depois de ter desdramatizado o assunto e de ter tido um filho.  
 
Para além do que está à venda na Benda e das fotografias que aqui mostro, também tenho disponíveis outras peças (tenho fotografias, não as consegui carregar para o post, mas poderei enviar por e-mail). Aqui segue uma listagem incompleta. Dúvidas pode ser esclarecidas através do e-mail the.divine.shape@gmail.com
 
 * Calças pretas de tecido Massimo Dutti nº 42. Modelo largo. Para o Inverno. 20 euros
* Corsarios de tecido Massimo Dutti, pretos, nº 42. Verão. 10 euros
* Calças de tecido verde escuro da Mango, nº 42. Modelo largo. Inverno. 18 euros
 * Calças de ganga da Massimo Dutti nº 42. 20 euros
* Calças de ganga da Massimo Dutti, tamanho 33 (presumo que seja o tamanho intermédio entre o 40 e o 42), com dobras no fundo. 25 euros
* Calças de ganga da Levis, nº 42. 25 euros
* Corsários de ganga da Lanidor, nº 42. 20 euros
 * Saia preta comprida da Goodvibes, nº 42. Inverno. 29 euros
* Saia preta e vermelha, comprida, da Goodvibes, nº 42. 28 euros
* Casaquinho/bolero da Massimo Dutti de lã, tamanho XL. 24 euros.
* Casaco de lã da Lanidor, azul, XL. 25 euros


Calções de ganga escura, cinta descida, pelo joelho, tamanho 40
Preço: 7 euros

Saia preta Massimo Dutti tamanho 44
Preço: 8 euros


Blusa branca de manga curta Massimo Dutti, XL
6 euros

Calções-saia tamanho L. 6 euros

                              Calções Levis engineered jeans brancos tamanho M. 8 euros




Saldos, excessos e o estilo da Inês






Ela resolveu destralhar-se e viver com menos coisas. Eu aproveitei a boleia e juntei-me ao Ó Bai-me à Benda (agora também no Facebook). Gostava de saber quanto já juntei a "bender" roupa e acessórios que já não uso ou que nunca usei, mas não consigo. Sou má para contas e não tenho mesmo jeito nenhum para contas de merceeiro (tudo anotadinho, registado, risca ali, acrescenta acolá, nada de folhas deitadas ao lixo para que a memória perdure). Não consigo, sobretudo, porque o dinheiro que entra é o dinheiro que sai. O ordenado não chega. Mesmo. E o que vendo vai dando para ajudar a pagar algumas despesas.

Mas o que me assusta mesmo, neste processo de destralhar, é que quanto mais remexo no armário mais encontro coisas que podiam perfeitamente não estar ali, coisas de que até gosto mas que não uso, sabe-se lá porquê... Talvez porque, com aquelas peças, nunca acertei na combinação certa e precisava de um dia de veste e despe em frente ao espelho para, de manhã, não perder o tempo que não tenho a vestir-me de forma decente. Quanto mais peças fotografo e coloco no blogue, mais peças me aparece. Parece que nascem. E fico a pensar na estupidez que foi ter comprado aquilo tudo. Que durante as férias vivo perfeitamente bem com dois vestidos, umas leggins, um casaco e umas calças para a eventualidade de uns dias mais frios (e o segundo vestido também é de reserva). 

Sendo assim, de onde vem esta necessidade de nos vestirmos todos os dias de forma diferente para ir trabalhar? Vaidade? Se formos sinceras talvez não seja mais do que isso. E aqui tenho de fazer um grande mea culpa, porque acumulei roupa e mais roupa ao longo dos anos, ou porque engordava, ou porque emagrecia, e agora não sei que lhe faça - a crise não está a permitir escoar o produto ao ritmo desejado, apesar dos saldos bem apetecíveis, como se pode ver aqui e aqui. Também acumulei  sapatos, quase todos bem giros, mas depois da gravidez e do nascimento do meu filho o meu pé não voltou a ser o mesmo. Quanto às carteiras, bem, não tenho desculpa - continuo em busca de uma que seja ideal e pelo caminho fui acumulando demasiadas.

Noutro dia uma querida amiga (que por acaso faz anos hoje) disse-me que vivia rodeada de Imeldas Marcos e eu fiquei a pensar nisso. Em parte porque um dos motivos que me levou a acumular tanta coisa foi ter-me avaliado, durante muito tempo, como uma sem estilo. E porque desde que a conheço sempre quis ter pelo menos metade do estilo dela.  

No rules na Rules by Mary

 
 

 

 



A regra é que não há regras na Rules by Mary. A marca sueca criada em 2006 distingue-se por isso e por um estilo feminino, com silhuetas pensadas em lisonjear a figura. A isto somam-se as cores atrevidas e a variedade de padrões pensados para dar resposta a cada estilo individual. O resultado é uma mistura chique/alternativa que nunca encontrei em Portugal mas com a qual já me cruzei em duas ou três lojas em Espanha. Na web, há peças à venda aqui e aqui.

 

Poppy: Casual, contemporânea, alternativa, super cool











É uma "instituição" no bairro de NoLita, em Manhattan, Nova Iorque, mas, para o que nos interessa (a não ser que estejamos a pensar viajar para aquelas bandas), tem uma loja online com algumas das peças favoritas dos responsáveis da loja. A Poppy é uma visita obrigatória para quem gosta de roupa casual, com algumas peças bem originais/alternativas. 

Se espreitarmos o site, vemos que os artigos escolhidos para vender online chegam perfeitamente para nos seduzir e convencer de que o que está em causa é uma mistura bem editada de design indy e coleções contemporâneas consagradas.

Conhecida por dar a conhecer novas linhas e designers em Nova Iorque, nesta estação a loja aposta em cor, cor e mais cor, com coleções de Elizabeth and James, ALC, Lauren Moffatt, J Brand, Gryphon NY, Tucker, Citizens of Humanity e Parker, entre outros.

Neste momento existe uma secção de saldos que vale a pena visitar.

Located on a charming, tree-lined block in the Manhattan neighborhood of NoLita, Poppy first opened its’ doors in November 2003. Called “an institution in NoLita”, our loyal clientele come to us for our well-edited mix of indy and established contemporary collections. We are known for introducing new lines and designers: Poppy was the first to carry cult favorites Otis and Maclain, Kenny and Stone Cold Fox (among others) in NYC. For spring 2012, we are excited about color, color and more color! Our designer roster this season includes Elizabeth and James, ALC, Lauren Moffatt, J Brand, Gryphon NY, Tucker, Citizens of Humanity, Parker and loads of other things we couldn't resist. We’ve put some favorites in our online store, but we’d love you to stop by the shop on Mott Street where new merchandise arrives weekly (sometimes daily!) You’ll be helped by "some of the sweetest, most honest shopgirls" in the city.

Boyfriend jeans e modelos curtos

Quando mostrei estes jeans curtos da  marca J Brand, à venda no site http://www.shopbop.com/, e estes boyfriend jeans da Asos de 55 euros num artigo do Trend Alert, a Marta Elias pediu-me referências para calças de ganga deste género nas lojas portuguesas, para ter oportunidade de as experimentar.

Os meus preferidos continuam a ser os boyfriend jeans da Asos, mas andei a pesquisar pelas lojas online das marcas que existem nos shoppings e aqui ficam as minhas descobertas:
Levi's® 5807 Bold Curve Ankle Skinny

Zara


Zara


Mango


Tudo o resto que me aparece em matéria de jeans curtos são modelos justos e skinnys:



Zara


Massimo Dutti


Massimo Dutti


H&M




Ladybug: Pronto-a-vestir com design (em português)







O design é casual. A modelagem, o detalhe dos acabamentos e os materiais estão em destaque nas peças simples, confortáveis e repletas de longevidade da Ladybug. A marca da pronto-a-vestir é um dos projetos da designer de moda Joana Teodoro, também responsável pela REC - Recycled Clothing.

Aqui não se reciclam roupas. A Ladybug é uma linha feita de raíz, com materiais novos e produção em pequenas quantidades. Como o otimismo não tem estação, o desenvolvimento de ideias acontece durante todo o ano.

Vintage Fever

sapatos DKODE

mala Fly London

vestido Ruche

Não quisemos aprender a fazer renda ou tricot com as nossas tias e avós. Desdenhámos das roupas que elas usavam. Achávamos aquilo tão feio e fora de moda que nem por sombras se voltaria a usar. Na altura não sabíamos, mas a moda está sempre a reinventar-se e, atualmente, vivemos uma verdadeira febre vintage.

O que está na moda já não é só reciclar peças antigas escondidas em baús velhos ou tricotar as nossas próprias camisolas. Há cada vez mais marcas especializadas em peças vintage, tanto na roupa como nos acessórios. Eu sou fã das internacionais Swedish Hasbeens, Ruche e ModCloth e das portuguesas koolook (à venda na Águas Furtadas, no Porto), Rococó e B.vintage (à venda na Rosa Malva, no Porto) – tudo artigos novos, inspirados na moda de outras décadas.

As marcas de moda contemporânea já perceberam o potencial e estão a apostar na inspiração no passado. A nova coleção da Fly London tem carteiras de “inspiração vintage”, a espanhola Titis apresenta para o Verão de 2012 uma coleção inspirada na moda americana dos anos 50, a DKODE criou sapatos femininos com uma “contemporaneidade retro”, onde os clássicos são revisitados e reinventadas para o mundo moderno.

Por mim, tudo bem, sou fã, esta febre não me incomoda.

Este artigo da Divine Shape foi publicado no site Trend Alert.

A Titis regressa aos anos 50 na coleção de Verão






Inspirada na moda americana dos anos 50, a Titis criou para o verão de 2012 a coleção "A girl in a bungalow". Dedicada a todas as mulheres que queiram sentir-se mais femininas, a marca espanhola realça a figura da mulher com cinturas definidas. As ilustrações típicas da marca dispersam-se, surgindo em destaque os motivos folk, com fitas e bordados.

Nas peças cheias de detalhes e contrastes, os tons pastel misturam-se com cores fortes como o vermelho, o coral, o verde e o azul, evocando o mar, o tempo livre e as tardes de primavera.

Na década de 50 as mulheres celebraram o fim dos conflitos bélicos internacionais com um "regresso à felicidade". A influência da cultura e dos artistas na moda foi um dos factores que fez desta época uma das mais luminosas na moda feminina, já que as mulheres se atreveram em mais cores e mais cortes para realçar a figura.

As peças da Titis vendem-se na loja online da marca.

Laura Bernal: A sensualidade chique dos anos 60





A Primavera de 2012 foi o momento escolhido para o lançamento da marca de moda espanhola Laura Bernal, com uma coleção onde se impõe a sensualidade feminina e chique dos anos 60.

A estilista procura acompanhar no dia-a-dia a mulher ativa, independente e profissional que procura a perfeição e a beleza do seu look como prolongamento da sua personalidade. O resultado é uma fusão do conhecimento do glamour da história da moda e da observação do street stytle, sem esquecer a essencia mediterrânica da criadora.