Mostrar mensagens com a etiqueta my style. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta my style. Mostrar todas as mensagens

LOOK OF THE DAY: White, red and black



Sapatos às riscas da Lefties
Colar preto da Lefties
Camisola de manga curta da Zara (saldos)
Calças brancas da Zara (saldos)

LOOK OF THE DAY: Classic or sporty?

Skinny jeans - Massimo Dutti
Blazer e camisola às riscas - D' Origem
Sapatilhas Mustang

LOOK OF THE DAY: Um destes dias

Casaco tipo trench coat Skunkfunk
Calças skinny jeans Lefties
Botas Zara
Camisola D' Origem (Caminha)

LOOK OF THE DAY: Rosa e verde (Yes, I am going crazy)

Sou mulher de básicos, extravagantes discretos (como este vestido ou este, que são apenas uma gota num oceano monocolor e escuro) e muitos pretos, cinzas, azuis petróleo e brancos, alguns vermelhos. De vez em quando canso-me. E ouso naqueles sapatos naquele tom de cor-de-rosa que acho lindo, mesmo que depois seja o cabo dos trabalhos para os conjugar com o resto de um armário aborrecido. E também me atrevo numas calças verde água, mesmo que depois só consiga vesti-las com brancos e acabe por vesti-las muito pouco. Hoje o dia acordou cinzento, eu olhei para as calças de ganga e concluí que precisava de um dia de descanso - isto de ter um verão sem calor faz falta, a malta tem vestidos e não os pode vestir porque não está tempo para isso. Arrisquei, fiquei um bocado doida, misturei o rosa e o verde, camisola branca porque mais do que isso era demais. Blusão de ganga para o caso de arrefecer. O sol abriu, o calor continua sabe-se lá onde. Há que experimentar coisas diferentes com o que há lá por casa, até chegarmos à fase em que os senhores das marcas de roupa vão perceber que têm de reinventar todas as suas coleções por causa das alterações climáticas. Nem sequer estou a falar em roupa ecológica. A questão é que, se o verão já não existe, faria algum sentido pensar em roupa de meia estação que inclua, por exemplo, camisolas de mangas compridas (o que é feito das mangas, agora tudo é sem mangas, mesmo no inverno?), parkas com um forro nem demasiado quente nem demasiado frio, porque aquela coisa do casaco só para tapar a chuva que não precisa de aquecer porque é verão está completamente 'out'. Do que sempre ouvi falar foi do aquecimento global. Por aqui estamos em pleno verão desarrefecido (a palavra não existe, mas é mesmo assim que ele está). A maior parte da roupa que uso por estes dias continua a ser a que teria usado na primavera, se esta primavera não tivesse parecido inverno. Por isso é que aproveitei os saldos de verão para apostar numas botas pelo tornozelo - mesmo que a primavera pareça inverno e chova todos os dias, já não faz muito sentido usar botas até ao joelho. Agora é esperar que a compra super espetacular (69,90 euros de bota vieram ter aos meus pés por uns brilhantes 20 euros) não seja frustrada pela meteorologia.  

Reciclando

Continuo a vestir o que há, neste caso um vestido (visto da lateral) e umas sandálias compradas no ano passado. Não conta assim tanto, não foi comprado este ano mas foi no ano passado, sendo assim não é tão difícil como parece. Mas é. Às vezes aquilo que parecia perfeito há um ano já não parece ficar tão bem (ainda por cima parece que está cheio de pelo branco, mas eu não tenho gatos). Esta combinação sim, parece óbvia: vestido preto com um bocadinho de verde e sandálias verdes mesmo a combinar (a carteira também é verde, com uns bonequinhos), mas às vezes o que é demasiado perfeito cansa. Não me estou a queixar. Só a divagar. Hoje entrei noutra loja com promoções e voltei costas a dizer "nem pensem", há-de haver coisas tão giras bem mais baratas. E entretanto na próxima semana começam os saldos. E na verdade não preciso de roupa (na verdade preciso de camisolas frescas porque as minhas estão enormes, quase lá cabem duas de mim, vestidos não).

O verdadeiro teste ao 'no shopping'

Passaram-se os seis meses sem compras mas o verdadeiro teste foi feito hoje. Entrada numa das lojas preferidas, onde não costumam faltar tentações, onde tudo me costuma parecer perfeito, comprável, necessário, urgente. Vi uma alpargatas que dizem ser sandálias (o formato é de alpargata, o material ou a frescura é que deve divergir, quanto ao mais não sei que não experimentei) que noutra altura teria comprado sem olhar para o lado. Alpargata que é sandália? Está bem, está. Vou ver a roupa. Tentação por um comprido, mas era tamanho M, ia precisar de bainha, os saldos estão quase aí, não vale a pena. Este é giro mas não vale o preço, esta blusa é o máximo mas é podre de cara, nem pensar. Esta carteira é o máximo e é a minha cara mas o material não vale metade do que pedem por ela, já sei, já tive uma da marca e foi uma desilusão. Não, nem em sonhos, não vou dar este dinheiro por isto. Afinal não foi assim tão difícil. É, na verdade, caso de pensar se realmente precisamos daquilo. Se precisamos daquilo que custa aquele preço. Se não encontraremos uma peça a uns 3 euros que também dê nas vistas. Se não vale mais a pena apostar num acessório. E refletir sobre tudo o que vamos poder fazer se não gastarmos aquele dinheiro em roupa. Mais ainda, imaginar tudo o resto que vamos precisar de fazer com ele. 


Nem tudo tem de ser óbvio

Não eram as sandálias óbvias para este vestido (na minha cabeça, pelo menos). Mas ontem, quando o escolhi, não pensei no calçado. E hoje, 7h30 e muita pressa, a decisão teve de ser rápida. As brancas estão velhas, não, só em último caso. Estas ficam mal, este verde não combina, estas demasiado formais... E, de repente, as azuis esquecidas por baixo de uma cadeira. É isto. Provavelmente nem me teria lembrado. Mas assim de repente o que não era nada óbvio era a combinação ideal.

Change to yellow

As mesmas skinny jeans (nunca mais está bom tempo para os vestidos e também já não está tempo para meias calças), as mesmas sapatilhas cinzentas (chuva outra vez) mas uma grande mudança: casaco mostarda, colar colorido e unhas vermelhas (parka azul para rematar).