Mostrar mensagens com a etiqueta ecology. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ecology. Mostrar todas as mensagens

As cassetes também dão luz







O projeto é um tributo às cassetes áudio e conjuga essa vertente de nostalgia com a preocupação ambiental. Com milhares de cassetes atiradas ao lixo todos os dias, o Cassette is not Dead quer salvá-las ao mesmo tempo que salva o ambiente. Para isso, produz uma série de objetos com cassetes usadas, dando-lhes uma nova vida e significado. 

O utensílio que nos deu música sobretudo nos anos 80 do século XX e se transformou no símbolo de uma geração foi assim transformado em candeeiro. As peças são criadas apenas atando firmemente as cassetes e cada uma delas é única, exclusiva e feita à mão.

GEMMA ANASTASIOU: Tecidos de pétalas biodegradáveis









Interessante, desconcertante, muito à frente do seu próprio tempo, absolutamente inovadora e imensamente promissora. Sim, são precisos estes adjetivos todos e muitos outros não seriam demais para caracterizar a coleção Destructed Bloom, da designer Gemma Anastasiou. O mérito é todo da australiana recém-formada na Universidade de Tecnologia de Sidney, na Austrália: a partir de reflexões sobre as ligações entre a moda e a natureza, a sustentabilidade na moda e a corrente "slow fashion", desenhou uma deslumbrante linha de vestuário com tecidos feitos de pétalas de flores naturais. 

Cada peça é esmagada e aquecida de forma a derreter a planta na roupa e daí resulta não apenas a criação de uma cor e textura naturais, mas também uma eventual decadência, já que o vestuário assumirá o natural ciclo de vida da flor. Para mim, isto é muito, muito à frente. 

Com roupas imbuídas de matéria orgânica, as peças vão-se alterando naturalmente com o estilo de vida de quem as usa e com a forma como são usadas. Também a maneira como são guardadas se torna parte integrante da sua estética. 

O objetivo é criar artigos que venham a ser valorizados por quem as compra e que transcendam os estilos sazonais, mas se a dada altura o consumidor quiser desfazer-se da peça ela acabará por se decompor naturalmente na terra. 

A coleção Destructed Bloom é uma reflexão sobre a atual relação entre moda e o mundo natural e tem por objetivo destacar a importância de práticas sustentáveis na moda de alta-costura, como forma de levar ideias inovadoras e soluções criativas para o futuro da moda. 

Movendo-se por entre as atuais visões de sustentabilidade, a Destructed Bloom" acrescenta um ponto (ou vários) à discussão, ao explorar abordagens diferentes ao atual e falhado sistema da moda.

Na sua essência, a coleção baseia-se nos valores do movimento Slow Fashion, caracterizado pelo retorno a uma maior consciência de todo o processo de design. A roupa torna-se mais uma questão de alta qualidade, de forte sentido de design e de longevidade, em oposição aos estilos rápidos e descartáveis que têm inundado o universo da moda.

EarBOX: Roupa que dá música


Esta é uma roupa que dá música porque tem um sistema de áudio integrado nos capuzes. Super à frente, não? E tudo, desde a matéria-prima, à confeção e produção do packaging, é feito em Portugal, a partir de Braga. Na EarBOX®, todas as peças são compostas por auscultadores que proporcionam uma experiência musical ímpar, revestidos com peças de cortiça portuguesa, aliando tradição e tecnologia.

A EarBOX® nasceu da necessidade de criar uma simbiose movimento e música, dinamismo e inalienação. O objetivo da marca é oferecer aos clientes um universo de experiência sensorial e exclusiva, agregada ao ritual de compra e à utilização das peças. A preocupação inclui tanto os materiais como a confecção das peças para que o resultado do trabalho seja um produto de qualidade sublime.

Valorizando a tradição portuguesa enquanto sustento artístico e cultural, a marca apoia os produtos portugueses como símbolo de boa qualidade e sustentabilidade. A cortiça, reciclável e cem por cento natural, dá um dos toques nacionais às peças dedicadas a quem gosta de música, arte e movimento. Para além de ser muito leve, o material é impermeável a líquidos e a gases, elástico e compressível e de combustão lenta, para além de ser um excelente isolante térmico e acústico. 

Design, ambiente e responsabilidade






 

Adoro tudo, da pontinha do cabelo à pontinha dos pés nos looks da coleção da Acne Studios para o próximo outono/inverno. Gosto dos sapatos, das botas (quase todas), dos casacos, das saias, das calças, das luvas e, sobretudo, da forma como tudo nos aparece combinado na loja online.

A marca é um casamento dinâmico entre o pronto-a-vestir, a arte contemporânea e a cultura jovem. As coleções definem-se por essa união e pela atenção aos detalhes com um toque de graça contemporânea. Todo o processo de design é coordenado pelo fundador e diretor criativo, Jonny Johansson.

Se o design é de topo, as preocupações sociais e ambientais da empresa colocam-na à frente do futuro, porque os dois fatores têm enorme potencial comercial num mundo onde cada vez mais consumidores querem comprar a quem se interessa por mais do que apenas roupa.

A responsabilidade social da Acne é monitorizada em cooperação com a Fundação Fair Wear. A marca diz acreditar que o design criativo, a qualidade e a sustentabilidade estão intimamente ligados, pelo que a sua estratégia ambiental inclui diretrizes e objetivos relativos ao impacto ambiente e é avaliado e atualizado anualmente.

Ecologia e ética a sério?

Há dias assim, em que não gosto de nada. Vou à procura de saldos e tudo me entristece. A coleção de verão está uma pobreza, sobram algumas t-shirts, umas camisas de ganga giras mas demasiado compridas para o meu gosto, as calças pretas que ali estavam antes das promoções já desapareceram, da "nova" coleção que ainda não é de outono ou inverno porque ainda é tudo muito fresco apetece fugir, demasiado escura (a sério que as coleções de outono e inverno têm de ser sempre tão tristonhas?). Ainda assim insisto nas calças, mas nada ajuda. Só tem estas calças no tamanho XS e no L? "Só." Rica resposta, penso, tão lacónica, vê-se que está cheia de vontade de vender. Ensaio uma tentativa de diálogo: Pois, o XS não me deve servir, o L deve ficar grande. "Para si, tem de ser o M". Lacónica outra vez, a chata. Até podia ser tamanho S ou XL, mas de que me serve ter uma nova coleção apenas com dois tamanhos e uma vendedora que, em vez de me seduzir com alternativas, resolve ficar na dela?

E nisto ponho-me a pensar no que me disse a Mãe que Capotou numa das entrevistas WHAT' S IN YOUR CLOSET: "Não tenho uma loja preferida, mas gostava muito de encontrar uma que tivesse a mesma roupa que tenho no armário, mas em bom estado e com a garantia de ter sido feita de forma ética e ecológica. Tenho andado à procura de informação de como as roupas são feitas e tem sido muito difícil satisfazer esta "estranha" curiosidade. Existem muitos argumentos para nos explicarem que uma determinada peça é o ideal para a nossa imagem, mas quase nenhum para nos convencer que é o ideal para a nossa consciência ecológica ou humana. Não é fácil vestir-se e dormir descansada nos dias que correm".

Consciência ecológica e ética nas marcas. Sim, podia procurar informação sobre isso e sobre o que é alternativo às massas. Das segundas tento falar várias vezes no blog mas, para serem verdadeiras alternativas, precisavam de ter preços mais simpáticos e estar tão próximas das pessoas como as outras. Mesmo tendo em conta a (pequena) dimensão do país, disso não encontro, lamento. Soma-se a isto o facto de cada um ter os seus gostos. Uma marca que se apresente como alternativa agrada a minorias, não a todos. 

Quanto à ecologia e à ética, sei que são cada vez mais as marcas a apostar nestes fatores. Ao ponto de todas, mesmo as grandes marcas e as marcas das massas o quererem fazer. Contudo, quando chega a esse ponto já começo a duvidar das intenções. O que empresas perceberam foi que a consciência ecológica e ética vende: cada vez mais pessoas estão preocupados com isso, pelo que há que abrir caminho para esse novo apetite consumista. Se isso as torna mais ecológicas e éticas e mais aptas a contribuir para um mundo melhor, ótimo. Mas há limites para o engano: há dias entrei numa loja "de shopping" e em todas as etiquetas vi um simbolo que identifiquei como sendo de preocupação ambiental. Até nos acessórios ele estava e, a sério, o que pode ter de ecológico um colar ou um anel que parecem ser de metal?

WHAT' S IN YOUR CLOSET # 38 Mãe que Capotou (apanhadanacurva.blogspot.pt) [AGORA COM FOTOS]



Intervalo nas férias para repor uma injustiça. O WHAT' S IN YOUR CLOSET # 38, da Mãe que Capotou, começava com uma referência à ausência de fotografias do armário da mulher que não tem medo que lhe atirem tomates. Acontece que, numa intensa troca de e-mails, ela enviou-me (ainda que um pouco a contragosto) as fotografias que lhe pedi, mas elas ficaram perdidas. Repõe-se, por isso, a entrevista, tal como devia ter sido desde início - com imagens. 

Ela diz que arrumou o armário para as fotos mas resistiu às respostas, teimando que ninguém tinha nada a aprender com ela no que respeita à moda ou ao estilo. É mentira. Toda a gente tem qualquer coisa a aprender com os outros, e ela ainda por cima tem ideias firmes sobre tudo. Incluindo sobre o que veste. "Usa o que vestes para dizer o que és" é o conselho de estilo que Carla Rodrigues, a Mãe que Capotou, nos deixa.

Define-se como "anti-senhora" e se isto não é uma afirmação de estilo e personalidade, não sei o que é. "Estou em guerra aberta permanente com os sapatos de salto alto, as unhas pintadas, as meias de vidro, a depilação das sobrancelhas, a maquilhagem em geral e os conjuntos compostinhos. Não percebo porque é que o trabalho e a complicação são encarados como mais bonitos do que o natural e o que deixa fluir", avisa esta portuguesa a residir em França.

Ela anda também à procura de marcas de roupa éticas e ecológicas porque considera não ser fácil uma pessoa vestir-se e dormir descansada nos dias que correm.


1. Qual é o primeiro momento do dia em que pensas na roupa que vais vestir? 
Quando é a hora de sair de casa. Depois confirmo no grande espelho do hall de entrada do prédio se a experiência correu bem. Vale para as cores, a coordenação das peças e, infelizmente, para a meteorologia. Na maior parte das vezes passo frio, sou muito optimista.

2. Preocupas-te com isso ou vestes a primeira coisa que te aparecer à frente? 
Não posso dizer que me preocupo, mas penso nisso. 

3. Qual a tua principal preocupação estética antes de sair de casa? Não sair maquilhada ou ter a certeza de que não te esqueceste de nenhuma peça de roupa fundamental? 
Nunca me maquilho, nem pinto as unhas, nem considero nenhuma peça de roupa fundamental, como disse ali em cima, às vezes esqueço-me do casaco e depois passo frio. Mas, confesso que o meu cabelo me inquieta. O que não quer dizer que saiba o que fazer com esta inquietação.

4. Preocupas-te em aplicar cremes, maquilhar-te, pintar as unhas, arranjar o cabelo, etc?
Quando me lembro, ponho um creme hidratante na cara e creme no cabelo, que precisa sempre de alguma coisa.

5. Qual é o teu estilo? 
Anti-senhora. Estou em guerra aberta permanente com os sapatos de salto alto, as unhas pintadas, as meias de vidro, a depilação das sobrancelhas, a maquilhagem em geral e os conjuntos compostinhos. Não percebo porque é que o trabalho e a complicação são encarados como mais bonitos do que o natural e o que deixa fluir.

6. Como é o teu armário? Cheio, arrumado, desarrumado, caótico?
Agora que o arrumei para as fotos, parece-me muito bem. Mas normalmente é desarrumado.

7. Quais as peças/artigos que tens em maior número? Sapatos, vestidos, camisolas? 
Vestidos de cintura descaída, acho eu.

8. Como escolhes/compras a tua roupa? 
Com algum sofrimento. A única coisa que não me importo de comprar são as calças de ganga, porque é sempre na mesma loja, a mesma cor preta ou azul escura e o mesmo feitio - "Curvy". De resto, normalmente, é muito difícil, porque quando vou às compras é porque algo que tinha se estragou e precisa de ser substituído e ando à procura de algo que se pareça com a peça antiga. E quero encontrar tudo em menos de 10 minutos, que é a altura em que começo a ficar muito, muito farta. Esta mania das modas sempre a mudar, não facilita nada a vida de alguém como eu. Depois, também escolho de acordo com as condições em que foi fabricado. Procuro marcas de roupa éticas e ecológicas.

9. Encomendas roupa online?
Não, acredito que tenho um corpo atípico que não se presta a esse tipo de facilidades, infelizmente.

10. Qual a tua loja preferida?
Não tenho, mas gostava muito de encontrar uma que tivesse a mesma roupa que tenho no armário, mas em bom estado e com a garantia de ter sido feita de forma ética e ecológica. Tenho andado à procura de informação de como as roupas são feitas e tem sido muito difícil satisfazer esta "estranha" curiosidade. Existem muitos argumentos para nos explicarem que uma determinada peça é o ideal para a nossa imagem, mas quase nenhum para nos convencer que é o ideal para a nossa consciência ecológica ou humana. Não é fácil vestir-se e dormir descansada nos dias que correm.

11. Qual a tua peça de roupa preferida? - neste momento e de toda a tua vida (algum artigo que tenhas amado perdidamente e que morreu de velho)
Tenho várias peças preferidas, o meu coração é muito grande. A maior parte, morre de velho. Mas, verdade seja dita, não demoro muito tempo a destruir roupas e sapatos, não sei estimar as coisas. Já tentei comprar mais caro, de melhor qualidade, mas não adianta. O que gosto, uso muito, esqueço-me de alternar e nem sempre cuido como devia ser. Este ano, por exemplo, enterrei, com muita pena minha, umas botas doc Martens cinzentas, cheias de buracos do sal que se mete nos passeios quando neva. 

12. Qual a pessoa (conhecida ou não) cujo visual "invejas"? Gostavas de ser como quem?
Gosto muito no visual da saga "Guerra das estrelas".

13. Já houve alguma altura da tua vida em que querias vestir-te como alguém? Quem? 
Na adolescência, talvez. Lembro-me de ter comprado umas calças de ganga brancas como as do Dave Gahan, por causa do documentário 101. 

14. Alguma vez saíste de casa sem sapatos, com uma meia de cada cor, com a camisola do avesso ou outro episódio semelhante? Qual?
Vou várias vezes pôr a minha filha à escola em pijama, mas com um casaco por cima e com botas da tropa - calma, mantenho um minimo de dignidade e compostura.

15. O que trazes vestido neste momento? 
Calças de ganga pretas, botas cremes, t-shirt de manga curta cinzenta clara (vou passar frio) e quando sair à rua vou ter que vestir a minha gabardine porque está a chover outra vez !

16. Se hoje tivesse sido um dia perfeito, com tempo para tudo o que precisas, o que terias vestido?
Se fosse um dia perfeito - sejamos honestas, eu sei que este é um blogue de moda, mas... - se fosse um dia perfeito, com tudo o que preciso, o que teria vestido não seria, de todo, importante.

17. O que achas que devias eliminar do teu guarda-roupa de uma vez por todas? 
Agora que o arrumei, por causa desta entrevista, não mexo em mais nada durante 3 anos. 

18. O que devias vestir mais vezes, mas não vestes?
Roupa que tenha sido feito eticamente. Aliás, este vai ser o grande desafio para as próximas compras, descobrir onde comprar tendo a certeza que as condições de trabalho são justas. Pode dar-se a ocorrência de me encontrar nua na rua nos próximos anos.

19. Neste preciso momento tens 1000 euros na mão para gastar só em ti. O que fazes com esse dinheiro? 
Ia visitar Cracóvia (mas levava o namorado, que também é uma forma de gastar dinheiro só em mim).

20. Se tivesses de dar um conselho de estilo a ti própria, qual seria? 
Usa o que vestes para dizer o que és.

Malas que combinam com tudo e uma reflexão sobre o mundo





Estas Invisibags são uma das mais recentes novidades do Atelier AYD. Versatilidade e multi-tarefas são os conceitos que importam nestas malas transparentes desenhadas para que se pudesse carregar tudo numa carteira sem ter a preocupação de saber se ela combina com os sapatos, explica o site da Fab. No que a mim me diz respeito, não sou grande adepta de carteiras que mostrem as tralhas que enfio lá para dentro, mas agrada-me a ideia de uma coisa que combine com tudo (sapatos e não só).

O projeto do atelier é bem mais vasto e envolve uma reflexão sobre as influências da Arte, da Arquitetura e do Design, preocupações ecológicas e conceitos virados do avesso. Ao mesmo tempo, tentam contrariar o trabalho baseado em tendências temporárias, em vez de serem apoiadas em soluções racionais e originais. 

Fundado por um arquiteto e uma artista, o Atelier AYD desenvolve trabalhos em todos os campos da Arte e do Design. A missão do projeto é integrar ambas as áreas nos dias rápidos mas preciosos da vida casual, sem esquecer a consciência ecológica. O trabalho não é fácil e na descrição feita pelo atelier no Facebook explica-se que num "ambiente caótico com muitos diferentes fatores externos ligados à Arte e à Arquitetura, a AYD é uma espécie de oficina fundada por quem ainda procura a permanência das suas linhas."

Alper e Yegane J. Dilek são os responsáveis pelo atelier, onde prosseguem os seus próprios estudos na arquitetura, arte, restauração, design de interiores para têxtil e design de moda. Os mentores do projeto explicam que vivemos numa era que pode ser considerada "uma espécie de período de transição", no qual, a cada momento, se pode observar um contraste e contradição profundos sobre a forma como os conceitos de bem e mal, verdadeiro e errado, foram virados de pernas para o ar. Ao mesmo tempo, a velocidade da vida das pessoas aumenta e os recursos naturais são gradualmente reduzidos. 

Porque a Arte e a Arquitetura são inevitavelmente influenciados por tudo isto, os profissionais das suas áreas são obrigados a usar imagens baseadas em tendências temporárias, em vez de soluções racionais e originais. Numa altura em que cresce a influência da arquitetura, da arte e do design junto das pessoas, Alper e Yegane J. Dilek defendem que a permanência só será possível quando for resolvida a relação entre diversos conceitos e tensões: comportamento humano, natureza, ambiente tecnológico, estética, flexibilidade e capacidade de continuidade.

Anéis de noivado (de madeira e pedras preciosas)






São jóias eco-sustentáveis. De madeira. Feitas à mão. Mas não são umas jóias quaisquer: é de anéis de noivado que estamos a falar. E as pedras preciosas estão lá, para quem não dispensar. A Simply Wood Rings é uma empresa de joalharia de madeira eco-consciente que produz anéis de noivado de madeira, artesanalmente.

Os anéis são feitos com madeira selvagem, fácil de encontrar. A maioria da madeira usada é, aliás, reciclada a partir de artigos de outras pessoas - do bastão de basebol de uma criança, ou de um pedaço de violino velho. Todos os materiais usados para fazer os anéis de madeira tiveram uma história nobre e o objetivo da empresa é dar-lhes uma nova vida e beleza.

A par dos anéis de noivado, fazem-se anéis de aniversário ou simplesmente anéis que celebram a vida. Os modelos de homem não foram esquecidos.


Simply Wood Rings makes eco-conscious wood jewelry, by handcrafting wooden wedding rings. They are made of salvaged wood, most of which is sourced from other crafts people. Wood such as that from the elegant neck of a violin that had its beginnings filling orchestra halls with sounds that soothed the human soul, or the wood from the baseball bat of a mother's young son. All the material used to make these wood rings had a previous noble life before their transformation to a new life of beauty. The brand handcraft every ring to bring out the warmth and honesty of the wood. The objective is to maintain the original spirit of any wood that offers itself to evolve into something new such as a wood wedding ring, a wood anniversary ring, or just simply a wood ring that celebrates life.