Sugestões para o Dia da Mãe
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Super passatempo Titis/Divine Shape
O giveaway organizado pela Divine Shape em parceria coma marca espanhola Titis está quase a começar. Aproveitem para conhecer a marca, a nova coleção e escolher a vossa de roupa preferida em http://www.shoptitis.com/.
Mais informações em breve.
Mais informações em breve.
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Novo super passatempo Divine Shape
Hoje vai haver novo giveaway no blogue. Eu e uma marca espanhola de roupa feminina vamos oferecer uma peça de roupa à vossa escolha
Fiquem atentas!
A carteira Nixon vai para...
... Dora Mota!
Parabéns. Achámos a ideia dos post-it super original.
A escolha foi uma decisão conjunta entre a Divine Shape e a Taken Urban Culture Store.
Envia-nos um e-mail com a tua morada, para te podermos enviar a carteira Nixon.
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O vencedor do relógio NIXON é...
... Adriana Arrigada!
Parabéns. Adorámos a ideia do relógio Nixon desenhado no pulso.
A escolha foi uma decisão conjunta entre a Divine Shape e a Taken Urban Culture Store.
Envia-nos um e-mail com a tua morada, para te podermos enviar o relógio Nixon "verdadeiro".
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Super passatempo RELÓGIO NIXON
Queres ganhar este relógio Nixon?
Para receberes esta oferta da Divine Shape em parceria com a Taken Urban Culture Store (http://takenstore.com/), só tens de:
1. Tornar-te fã da página Divine Shape no Facebook (www.facebook.com/The.Divine.Shape)
2. Tirar uma fotografia original ao teu relógio mais original (não precisa de ser Nixon).
3. Enviar a fotografia para o e-mail the.divine.shape@gmail.com. Até 24 de abril, inclusivé.
Queremos uma fotografia ousada, urbana, inusitada, que nos supreenda. A mais original ganha.
O relógio é masculino, mas podem concorrer a este passatempo homens e mulheres.
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Super passatempo CARTEIRA NIXON
Queres ganhar esta carteira Nixon Superstition?
Para receberes esta oferta da Divine Shape em parceria com a Taken Urban Culture Store (http://takenstore.com/), só tens de:
1. Tornar-te fã da página Divine Shape no Facebook (www.facebook.com/The.Divine.Shape)
2. Fotografar o interior da tua carteira (queremos ver o que guardas lá dentro)
3. Enviar a fotografia para o e-mail the.divine.shape@gmail.com. Até 24 de abril, inclusivé.
A fotografia com o conteúdo mais original ganha o passatempo. Para percebermos melhor a originalidade do conteúdo da tua carteira, junta um texto com uma pequena descrição no e-mail que nos enviares.
A carteira é feminina, mas os homens também podem participar.
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A tentar ganhar um Nokia...
Lá está, é o vício dos passatempos... Agora estou a concorrer a este, a ver se ganho um Nokia:
http://invoguewithsilvanaquerido.blogspot.pt/2012/04/giveaway-nokia-lumia-710.html
http://invoguewithsilvanaquerido.blogspot.pt/2012/04/giveaway-nokia-lumia-710.html
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OUT OF MY BOX: Na maternidade não há impossíveis (mas às vezes parece)
A Sílvia voltou a escrever um texto espetacular no raparigascomonos e eu voltei a refletir sobre o assunto. Sobre as impossibilidades de uma mãe. Ela fala das que tem uma mãe que trabalha em casa. Eu digo-lhe que as que trabalham fora de casas têm as mesmas, ou outras, mas também as têm.
Para as que trabalham fora de casa, a sensação ao fim do dia é também muitas vezes (senão todas) a de trabalho por fazer, de pouca atenção dada às crianças, do pouco (ou nenhum) tempo para nós, para fazermos aquilo que gostariamos de fazer. Porque, às tantas, aquilo que gostavamos mesmo de fazer não é (só) aquilo que fazemos o dia todo.
Para as mães que trabalham fora, o fim do dia também é muitas vezes uma frustração que só se salva com a ideia de que não há mães perfeitas e que o máximo que podemos fazer é tentar fazer o melhor que podemos.
Ainda ontem dei por mim a pensar se haveria outras mães que dizem aos filhos "agora não posso" sem se preocuparem em perceber o que eles querem, depois de os ouvirem chamar por elas. Fui eu que fiz isso, claro. Estava a limpar o chão da cozinha e já só me queria sentar um bocado sem ouvir ninguém.
Já só queria fugir para ouvir as notícias sem o ruído de fundo do miúdo a tentar contar a história de uma luzinha e a fazer tropelias com a comida, para tentar ir à net sem que ele me viesse pedir para ouvir umas musiquinhas, para me sentar sem me sobressaltar com os chutos na bola e com a bola nos móveis, para cozinhar e arrumar a cozinha sem que ele tentasse ajudar-me e tivesse de me esforçar para ser delicada para não lhe transmitir a ideia de que me estava a atrapalhar, para falar ao telefone sem ter de desenhar números e letras ao mesmo tempo, para namorar antes de estar completamente K.O.
Também posso dizer que já trabalhei em casa, não tinha filhos, e era igualmente frustrante. E que sinto que, à medida que eles vão crescendo, começamos a ter mais tempo para nós. Mas isso sou eu, que tenho só tenho um. Mas sabes que não há impossíveis, Sílvia (tu criaste não sei quantos projetos espetaculares, não me pareces uma pessoa de impossíveis). Há apenas dias mais difíceis do que outros.
Do vício das compras ao vício dos passatempos
Antes, era o vício das compras. Agora, é o vício do jogo. Sem dinheiro. Até há bem pouco tempo, ir às compras era o nosso passatempo preferido. Agora não. O nosso passatempo preferido é participar em passatempos. Isto até podia ser uma coisa "trendy", se não fosse um bocadinho triste. Mas é uma tendência, cada vez maior.
Neste jogo não se pode perder, apenas ganhar. Ou não. Mas concorremos sempre, como se não houvesse amanhã, aos passatempos que bloguers e marcas promovem nas redes sociais. Porque esta é a única forma que muitos de nós temos para ter as aquilo de que gostamos sem ter dinheiro para isso.
Há de tudo: sapatos, vestidos, carteiras, relógios. Até máquinas de pão. E que jeito me teria dado uma que vi num passatempo recente, já demasiado tarde. E com isto ficamos obcecados, claro: sempre a espreitar os blogues e facebooks com passatempos mais regulares, concorrer a todos, não deixar escapar um, inventar frases, puxar pela imaginação, tirar fotografias, pedir ajuda aos amigos, ufa, uma canseira.
Porque não há dinheiro. Todos os dias o Governo anuncia novos cortes. Nós começamos a cortar também. Primeiro levamos a marmita para o trabalho, enfiamos iogurtes e bolachas nas carteiras para não gastar dinheiro em lanches, depois ainda lá metemos garrafas de água para matar a sede sem abrir a carteira. As carteiras ficam cada vez mais pesadas e cada vez com menos dinheiro.
Comparamos preços no supermercado, optamos por marcas brancas mesmo sabendo que as outras são melhores e provavelmente não se gastam tão rápido (o amaciador de cabelo de um euro que arranjei num supermercado vai voar num instante, porque é preciso uma quantidade considerável de produto para sentir que o usei - mas custava um euro, tive de o trazer).
Vivemos numa época em que o vintage está na moda e em que somos todos um bocado nostálgicos, e a contradição disto tudo é que estamos mesmo a andar para trás.
Neste jogo não se pode perder, apenas ganhar. Ou não. Mas concorremos sempre, como se não houvesse amanhã, aos passatempos que bloguers e marcas promovem nas redes sociais. Porque esta é a única forma que muitos de nós temos para ter as aquilo de que gostamos sem ter dinheiro para isso.
Há de tudo: sapatos, vestidos, carteiras, relógios. Até máquinas de pão. E que jeito me teria dado uma que vi num passatempo recente, já demasiado tarde. E com isto ficamos obcecados, claro: sempre a espreitar os blogues e facebooks com passatempos mais regulares, concorrer a todos, não deixar escapar um, inventar frases, puxar pela imaginação, tirar fotografias, pedir ajuda aos amigos, ufa, uma canseira.
Porque não há dinheiro. Todos os dias o Governo anuncia novos cortes. Nós começamos a cortar também. Primeiro levamos a marmita para o trabalho, enfiamos iogurtes e bolachas nas carteiras para não gastar dinheiro em lanches, depois ainda lá metemos garrafas de água para matar a sede sem abrir a carteira. As carteiras ficam cada vez mais pesadas e cada vez com menos dinheiro.
Comparamos preços no supermercado, optamos por marcas brancas mesmo sabendo que as outras são melhores e provavelmente não se gastam tão rápido (o amaciador de cabelo de um euro que arranjei num supermercado vai voar num instante, porque é preciso uma quantidade considerável de produto para sentir que o usei - mas custava um euro, tive de o trazer).
Vivemos numa época em que o vintage está na moda e em que somos todos um bocado nostálgicos, e a contradição disto tudo é que estamos mesmo a andar para trás.
A tentar ganhar uns óculos...
"Olha, que óculos mais lindos, vinham mesmo a calhar para estes olhinhos e para este Verão..."
Passatempo aqui, no blogue Behind Cati's Eyes: http://behindcatiseyes.blogspot.pt/2012/04/partyglasses-giveaway.html
OUT OF MY BOX: New old photos
Ele chegou a casa com umas fotografias de quando era bebé e, quando reparei, estava a fotografá-las com a máquina fotográfica digital. Pensei: "hum... podia digitalizar-se, ou mandar fazer outras...". Depois comecei a ver melhor o resultado. Bom. Bastante bom.
Obriguei-o a ajudar-me a procurar um álbum das minhas primeiras fotografias, guardado não sabíamos onde. Descobrimos, revirei o álbum, chorei um bocado, resolvi fazer o mesmo: fotografei o que queria com a máquina digital.
Não sei se algum dia imprimirei estas novas fotos antigas ou qual será o resultado. Mas agora tenho-as digitalizadas. Menos difíceis de perder. Com menos probabilidade de ficarem amareladas e de deixar de se ver quem lá está.
Digitalizar era uma possibilidade, de facto, mas a nossa impressora/digitalizadora avariou e está guardada num armário. É um monstro que teríamos de ligar ao computador, uma logística muito pouco apetecível. Assim parece mais fácil.
Guardaremos na mesma as fotos originais, para explicar aos nossos filhos (para já é só um) que, quando éramos bebés, as máquinas fotográficas precisavam de um rolo e as fotografias não se conseguiam ver antes de as revelar. Era preciso ir à loja de fotografias, deixar lá o rolo, e depois ir buscá-las, uns tempos depois, com nervoso miúdinho, porque o resultado era imprevisível, às vezes era muito mau e não havia hipótese de repetir.
Obriguei-o a ajudar-me a procurar um álbum das minhas primeiras fotografias, guardado não sabíamos onde. Descobrimos, revirei o álbum, chorei um bocado, resolvi fazer o mesmo: fotografei o que queria com a máquina digital.
Não sei se algum dia imprimirei estas novas fotos antigas ou qual será o resultado. Mas agora tenho-as digitalizadas. Menos difíceis de perder. Com menos probabilidade de ficarem amareladas e de deixar de se ver quem lá está.
Digitalizar era uma possibilidade, de facto, mas a nossa impressora/digitalizadora avariou e está guardada num armário. É um monstro que teríamos de ligar ao computador, uma logística muito pouco apetecível. Assim parece mais fácil.
Guardaremos na mesma as fotos originais, para explicar aos nossos filhos (para já é só um) que, quando éramos bebés, as máquinas fotográficas precisavam de um rolo e as fotografias não se conseguiam ver antes de as revelar. Era preciso ir à loja de fotografias, deixar lá o rolo, e depois ir buscá-las, uns tempos depois, com nervoso miúdinho, porque o resultado era imprevisível, às vezes era muito mau e não havia hipótese de repetir.
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Minoux: estas jóias têm muito estilo
Simples, chiques e feitas à mão, numa mistura entre o amor pelo estilo e o compromisso pelo consumo sustentável. As jóias Minoux são um must. Lindas. Criar jóias bonitas que façam as pessoas sentir-se bem, não só porque ficam bem, mas porque se sabe de onde vêm, é o objetivo da marca.
A Minoux quer produzir honestidade, mas também integridade: jóias que perdurem, mesmo que sejam obsessivamente usadas porque ficam bem com tudo. E se alguma peça se partir, a marca arranja-a.
Os detalhes estão presentes em todas as partes do processo: na conceção, no design, na escolha dos materiais, na execução e na apresentação final. Cada peça é produzida à mão em Portland, EUA, recorrendo a 100 por cento a reciclagem de fio de prata de lei, bem como a papel e embalagens recicláveis.
As compras podem ser feitas aqui: http://www.minouxjewelry.com/shop/index.php?type=NEW
Minoux is all about melding a love of style with a commitment to thoughtful consumption. I want to create beautiful jewelry that makes you feel good, not only because you look good, but also because you know where it comes from. The details are important to Minoux and care is taken in all parts of the process, from concept and design, to choice of materials, to execution and final presentation. I am dedicated to product integrity: I want your jewelry to last. And it does – even though you wear it obsessively because it goes with everything. And should a piece break, I will fix it. Each piece is handmade in a barn in Portland, Oregon. I use 100% recycled sterling silver wire wherever possible and environmentally-conscious studio practices, such as minimizing chemical use, choosing less-toxic alternatives, and using recycled paper and packing materials. I also hold a twice yearly event, Minoux Redux. I will recycle your old or broken silver jewelry, whether it originated with Minoux or not, and give you a generous credit for new pieces.
Fotos: Minoux
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